• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Programação Semanal

Paróquia de São José
Una - Bahia

TERÇA - FEIRA
         19:00 horas - Missa

QUINTA - FEIRA
         17:00 às 19:00 horas - Adoração ao Santíssimo Sacramento
         19:00 - Missa








 DOMINGO
         07:00 horas - Missa
         19:00 horas - Missa

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Homenagens marcam os 10 anos de ordenação sacerdotal de Pe Luiz Alves

Em um momento de alegria e emoção, e na presença da comunidade, Pe Luiz Alves agradece a Deus o dom do sacerdócio.


A paróquia de Nossa Senhora Santana, Buerarema, comemorou, no último sábado (24/08), os 10 anos de Ordenação Presbiteral do Pe Luiz Alves, vigário paroquial.
As homenagens em comemoração ao 10º aniversário sacerdotal aconteceram na casa paroquial e contou com a presença de muitos fieis, inclusive da cidade de  Una, que louvaram a Deus pela vida e dedicação do sacerdote ao chamado vocacional. Também participaram das homenagens, prestigiando o amigo e irmão em Cristo neste momento tão especial em sua vida, os padres Gilvan Oliveira, Wesley Conceição, Pe Vinícius Mascarenhas e Pe Tony Valério, além do Diácono Elessandro Feitosa.







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Ordenação Presbiteral

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Pastoral da Criança orienta famílias sobre como cuidar melhor de um bebê

Banner 1mes 01A Pastoral da Criança, em seu novo site, apresenta semanalmente esclarecimentos sobre a vida da gestante, do bebê e da criança. Questões como vacinação, leite materno e a primeira dose de antibiótico são exemplos de assuntos disponibilizados no portal da Pastoral, por meio de sugestões, entrevistas feitas com a finalidade de orientar e garantir mais saúde e qualidade de vida para a mãe e a criança. Trata-se também de um espaço de interação e troca de experiências.

Nesta semana, o tema em foco é o primeiro mês de vida de um bebê. Sobre este assunto, a enfermeira da Pastoral da Criança, Regina Reinaldin, explica a respeito do desenvolvimento e dos cuidados que se deve ter nos primeiros dias de vida de uma criança, dá dicas de como deve ser a alimentação, higiene, vacinação, por exemplo. “Os cuidados com o bebê no primeiro mês de vida são muito importantes. Infelizmente, metade das mortes de bebês, que ocorre no primeiro ano de vida, acontece no primeiro mês. Por isso, garantir os cuidados com a saúde, a alimentação, a higiene e a prevenção de doenças, ao lado do conforto e do carinho, com certeza ajuda muito a evitar tantas perdas”, afirma Regina.

Para ajudar nesta orientação, a Pastoral da Criança também produziu o programa Viva a Vida. Os áudios estão disponíveis no site para download. Informações: www. pastoraldacrianca.org.br
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/12681-pastoral-da-crianca-orienta-familias-sobre-como-cuidar-melhor-de-um-bebe
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Por que você está brigando?


Resolva tudo antes do sol se pôr
Enquanto o ressentimento continuar presente em nosso coração, seremos seus escravos, e isso nos transforma em vítimas permanentes. Em qualquer lugar em que chegamos, se alguém sorri, já pensamos que está rindo de nós. Se não sorri, ficamos pensativos, achando que está com raiva de nós. "Imagina... ela passou por aqui e nem falou comigo, deve estar com raiva de mim. Mas eu não fiz nada para ela...". "O que será que aconteceu com fulano? Por que está agindo assim?" "Por que está rindo desse jeito? Por que me olha dessa forma?" Temos a mais absoluta convicção de que todas as ações da pessoa, mesmo se nunca a vimos mais gorda ou mais magra, são em consequência de nossa presença ali. Veja só o poder que nos atribuímos quando teimamos em ficar achando culpados ou encontrar desculpas para tudo o que acontece ao nosso redor.
Imagem de Destaque
Se com estranhos agimos assim, não é difícil imaginar como nos comportamos diante daqueles que nos são mais próximos. Quantos casais transformaram o lar num inferno em consequência de ressentimento acumulado. Mágoas não resolvidas acabam sempre por gerar brigas, violência, discussões, acusações, bate-bocas, inimizades e separações. Muitas vezes, uma grande briga começa com uma pequena bobagem: "Só porque fiz um comentário bobo, ele ficou transtornado". "Eu falei por falar. Se soubesse que iria ficar assim, nem teria dito". "Só porque reclamei de ter deixado o pano jogado no sofá, o homem virou um bicho...". "Eu nem me incomodo com cachorro, mas foi só falar do cachorrinho dele e ele saiu daqui feito louco...". "Só porque eu reclamei de ter entrado com os pés sujos?"
É triste, mas é verdade! A grande maioria das pessoas nem sequer sabe por que está brigando. Alguns até já se tornaram especialistas em brigas, são sempre a favor do contra!

O mais terrível de tudo isso é que quando brigamos com as pessoas, quando criamos o dossiê, quando elegemos nossos culpados, estamos, ao mesmo tempo, quebrando nosso relacionamento com Deus. Vem daí a insistência: "Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis oportunidade alguma ao diabo" (Ef 4,26b-27 - Bíblia Tradução Ecumênica, TEB, São Paulo, Loyola).

Eis um ensinamento mais prático para acabar com nossas brigas. Se não for possível evitar a discussão, que ao menos ninguém vá dormir com mágoa no coração. Resolva tudo antes do sol se pôr, peça perdão e perdoe sinceramente, para não permitir que o encardido se aloje em suas palavras, em seus sentimentos, em seu corpo, em sua vida e em seu comportamento.

O único jeito de restaurar um coração ressentido é pelo perdão mútuo, pelo perdão a Deus e pelo perdão a si mesmo. Não podemos deixar que as coisas negativas que sempre acompanham o ressentimento acabem por se enterrar em nosso coração. "Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia" (Ef 4,31). Quando acham terreno fértil para se enraizar em nosso coração, essas tranqueiras acabarão por produzir frutos de inferno em nós, para nós e por meio de nós.

Padre Léo, scj

fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13279
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21º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 25.08.2013


Primeira Leitura (Is 66,18-21)


Assim diz o Senhor: 18Eu, que conheço suas obras e seus pensamentos, virei para reunir todos os povos e línguas; eles virão e verão minha glória. 19Porei no meio deles um sinal e enviarei, dentre os que foram salvos, mensageiros para os povos de Társis, Fut, Lud, Mosoc, Ros, Tubal e Javã, para as terras distantes e para aquelas que ainda não ouviram falar em mim e não viram minha glória.
Esses enviados anunciarão às nações minha glória 20e reconduzirão, de toda parte, até meu santo monte em Jerusalém, como oferenda ao Senhor, irmãos vossos, a cavalo, em carros e liteiras, montados em mulas e dromedários — diz o Senhor — e, como os filhos de Israel, levarão sua oferenda em vasos purificados para a casa do Senhor. 21Escolherei dentre eles alguns para serem sacerdotes e levitas, diz o Senhor.


Responsório (Sl 116)

— Proclamai o Evangelho a toda criatura!
— Proclamai o Evangelho a toda criatura!

— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes,/ povos todos, festejai-o!
— Pois comprovado é seu amor para conosco,/ para sempre ele é fiel!

Segunda Leitura (Hb 12,5-7.11-13)

Irmãos: 5Já esquecestes as palavras de encorajamento que vos foram dirigidas como a filhos: “Meu filho, não desprezes a educação do Senhor, não desanimes quando ele te repreende; 6pois o Senhor corrige a quem ele ama e castiga a quem aceita como filho”. 7É para a vossa educação que sofreis, e é como filhos que Deus vos trata. Pois qual é o filho a quem o pai não corrige?
11No momento mesmo, nenhuma correção parece alegrar, mas causa dor. Depois, porém, produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que nela foram exercitados.
12Portanto, “firmai as mãos cansadas e os joelhos enfraquecidos; 13acertai os passos dos vossos pés”, para que não se extravie o que é manco, mas antes seja curado.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Evangelho (Lc 13,22-30)

Naquele tempo, 22Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. 23Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
Jesus respondeu: 24“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. 25Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’
Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’.
26Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’
27Ele, porém, responderá: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim, todos vós, que praticais a injustiça!’
28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora. 29Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. 30E assim há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”.
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DOM CESLAU É CIDADÃO BAIANO

Em concorrida cerimônia na AABB de Itabuna, Dom Ceslau Stanula recebeu da Assembléia Legislativa o título de "Cidadão Baiano". Bastante emocionado, Dom Ceslau disse que se sentiu baiano desde 1972 quando nestas terras pisou. O presidente da Assembléia Legislativa Deputado Marcelo Nilo afirmou que Dom Ceslau tem uma biografia de dedicação e amor ao próximo. Dom Ceslau também citou pontos que o inquietam como cidadão baiano: a necessidade de reativação do aeroporto de Itabuna, a duplicação da rodovia Jorge Amado, a recuperação do Hospital de Base.

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11º Aniversário de Ordenação Sacerdotal de Pe Gilvan Oliveira Souza

Pe. Gilvan Oliveira   Souza, Há acontecimentos e datas que não se podem esquecer, no que diz respeito a uma vocação, muito mais se torna importante fazer memória, principalmente como atitude de ação de graças pelo dom recebido. É neste contexto que comemoramos no dia 24 de agosto o 11º aniversário de ordenação do nosso Pároco, Padre Gilvan Oliveira Souza. Comemorar o aniversário de ordenação é comemorar a vida, pois o sacerdote não é apenas o homem da liturgia, mas faz da sua vida um culto litúrgico, uma entrega, uma doação, identificando-se com a realidade da cruz, que é doação e entrega, se entregando aos irmãos e à Igreja, fazendo de sua vida um sacramento intenso e fecundo.  Por tanto esta data  é um dia festivo para todos e principalmente para Deus, ao ver que um filho amado ao qual escolhestes para trilhar em seus caminhos, tornou-se um pastor de muitas ovelhas, pois um dia ouviu esse chamado e disse seu sim. Obrigado pelo seu esforço, dedicação e pelo seu carinho. Obrigado por ser este pai espiritual que conduz os nossos passos sempre em direção a Deus. Que Deus o abençoe hoje e sempre. Parabéns

T R I B U T O   AO   P A D R E

PADRE
QUE BOM QUE VOCÊ APARECEU
TRAZENDO EM SEU CANTO MENSAGENS
QUE NOS LEVAM A DEUS


PADRE
O AMOR DE CRISTO EM NÓS VOCÊ FEZ REVIVER
O MUNDO TEM QUE TER MAIS GENTE COMO VOCÊ
PARA SEMPRE DE JESUS NOS FALAR


OS SERES HUMANOS AINDA PENSAM EM GUERRA
MATANDO E DESMATANDO O PLANETA TERRA
TROCANDO O BEM PELO MAL


OS HOMENS PRECISAM BUSCAR O AMOR E A PAZ
É SÓ A PALAVRA DE DEUS QUE NOS TRAZ
UM MUNDO BEM MELHOR



ENTÃO CANTE MENSAGEIRO DA PAZ
FAZ DE NOVO NOSSA FÉ AUMENTAR
E TODA A MULTIDÃO SE JUNTA NUMA CANÇÃO
COM O CORAÇÃO ABERTO A CANTAR , A LOUVAR . . .


ENTÃO CANTE , MENSAGEIRO DA PAZ
FAZ DE NOVO NOSSA FÉ AUMENTAR
E TODA A MULTIDÃO SE JUNTA NUMA CANÇÃO
COM O CORAÇÃO ABERTO A LOUVAR AO SENHOR

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Por que o Papa não dá a comunhão?

Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)
Não sei se todos sabem que, na Igreja Católica, existe uma norma para a distribuição da Eucaristia durante a missa: quando o bispo, os padres e os diáconos estão presentes, quem dá a comunhão ao povo são eles, não os ministros extraordinários. Só ficam isentos quando idosos, doentes e fatigados. Contudo, desde quando era arcebispo de Buenos Ayres, o Papa Francisco age diferente: deixa essa tarefa para outros ministros. Não são poucas as pessoas que lhe perguntam os motivos... A resposta está em seu livro “Sobre o Céu e a Terra”.
«Davi foi adultero e autor intelectual de um assassinato. Apesar disso, nós o veneramos como santo porque teve coragem de reconhecer o seu pecado. Humilhou-se perante Deus. As pessoas podem fazer grandes bobagens, mas, também, podem se arrepender, mudar de vida e reparar o que fizeram. Entre os fiéis, há alguns que matam não só intelectualmente ou fisicamente, mas também indiretamente, pelo mau uso do dinheiro, pagando salários injustos. Talvez façam parte de sociedades beneficentes, mas não pagam a seus funcionários o que lhes é devido, ou os contratam “por fora”.
Conhecemos o currículo de alguns deles; passam por católicos, mas têm atitudes imorais, das quais não se arrependem. É por isso que, em certas situações, eu não dou a comunhão. Fico sentado, e os assistentes a distribuem. Não quero que essas pessoas se aproximem de mim para fazer fotografias. De per si, seria possível negar a comunhão a um pecador público que não se arrepende, mas é muito difícil comprovar essas coisas. Receber a comunhão significa receber o corpo do Senhor, com a consciência de que formamos uma comunidade. Mas, se alguém, ao invés de unir o povo de Deus, ceifa a vida dos irmãos, não pode comungar: seria uma contradição total.
Tais casos de hipocrisia espiritual acontecem com muitas pessoas que se abrigam na Igreja e não vivem segundo a justiça que Deus quer. Não demonstram nenhum arrependimento. Vulgarmente dizemos que levam uma vida dupla». Quem ajudou o Cardeal Jorge Bergoglio e agora Papa Francisco a tomar e a manter essa atitude foi a foto que, em 1987, circulou pelo mundo, revelando que o Papa João Paulo II, em sua visita ao Chile, dera a comunhão ao ditador Augusto Pinochet...
Mas, como ele próprio se pergunta, pode-se recusar a hóstia a uma pessoa que se aproxima para comungar? E caso se possa, convém fazê-lo? Em tempos não muito remotos, havia padres que, com muita facilidade, a negavam não apenas a bêbados, maltrapilhos e doidos, mas também a “pecadores públicos” e a mulheres com trajes inadequados.
Na prática, quem é que poderia ou deveria receber a comunhão? De per si, a resposta é simples: quem adere à fé da Igreja Católica; quem assume a sua doutrina; quem se esforça por viver o Evangelho, inclusive nas páginas que lhe parecem difíceis. Assim sendo, se o amasiado não pode comungar, poderá fazê-lo o adúltero, o ladrão, o corrupto? Poderá, se ele se arrepender de seus pecados e perseverar num processo de conversão. Caso contrário, receber a hóstia nada significa. Pior ainda: faz mais mal do que bem.
Para São Paulo, só entra em comunhão com o corpo e sangue de Cristo quem assume o compromisso de construir a comunhão com os irmãos: «Pelas divisões que há entre vós, vossas celebrações trazem mais prejuízos do que benefícios. De fato, quando vos reunis, não participais da Ceia do Senhor, porque a vossa preocupação é consumir a própria ceia. E, enquanto um passa fome, o outro se embriaga. Cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice. Quem come e bebe sem discernir o Corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação. Eis por que entre vós há tantos fracos, tantos doentes e tantos mortos!» (1Cor 11, 17-18.20-21.28-30).
“Fracos, doentes e mortos”, apesar de comungarem seguidamente. É o pecado de alguns cristãos de Corinto e de hoje: muitas “comunhões” e pouca comunhão! Não é suficiente receber a hóstia para estar com Jesus: é preciso acolhê-lo também no irmão. A fé é unitária: não pode ser assumida em parcelas ou prestações...
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Dom Francesco Biasin aponta frutos e desafios do Diálogo Ecumênico no Brasil

Dom BiasinO presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso, dom Francesco Biasin, ao apresentar, hoje pela manhã, os trabalhos desenvolvidos por sua comissão aos bispos do Conselho Episcopal Pastoral, destacou os frutos e desafios do Diálogo Ecumênico no Brasil. “ O ecumenismo não deve ser visto como uma espécie de apêndice, que se junta à atividade tradicional da Igreja, mas que pertence organicamente à sua vida e ação”, ressaltou. Dom Biasin lembrou a fala do papa João XXIII sobre a unidade dos cristãos: “É muito mais forte aquilo que nos une do que quanto nos divide”.
O bispo pontuou alguns resultados do diálogo entre os cristãos como, por exemplo, a fraternidade reencontrada; a solidariedade no serviço à humanidade; a convergência na Palavra de Deus e no culto divino; e o crescimento da comunhão.
Falou sobre a sensibilidade da CNBB diante da situação do pluralismo eclesial e religioso contemporâneo por meio do Plano Pastoral de Conjunto, que criou a linha 5 sobre o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso; da integração e criação de organismos ecumênicos como, por exemplo, a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese); o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic); as comissões de diálogo (luteranos, anglicanos, judeus, presbiterianos unidos; criação de estruturas para o diálogo nos regionais e dioceses e formação ecumênicas por meio de cursos, simpósios, programas de rádio e a revista “Caminhos de Diálogo”.
Entre os desafios, dom Biasin abordou o preconceito e a ignorância em relação ao ‘outro religioso’; o desconhecimento e a resistência em relação ao ecumenismo e diálogo inter-religioso; a emergência do pluralismo religioso; a formação ecumênica dos ministros ordenados, lideranças e comunidades; o fortalecimento das estruturas de diálogo nos regionais e dioceses, entre outros.
JMJ
Dom Biasin destacou o envolvimento da juventude com o diálogo ecumênico e inter-religioso e recordou que, um dia antes do início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), foi realizado um encontro com cerca de 150 jovens católicos, judeus e muçulmanos da América Latina. Trata-se de um seminário promovido pela Juventude Inter-religiosa do Rio de Janeiro, na Pontificia Universidade Católica (PUC/RJ), e que contou com a presença do arcebispo metropolitano do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta.
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Semana Nacional da Família se encerra com saldo positivo


la-sacra-famiglia1Encerrou-se neste domingo, 18, a Semana Nacional da Família (SNF) em paróquias e comunidades de todo o Brasil. Este ano, o tema da SNF foi “Transmissão e educação da fé cristã na família”. Dentro desse contexto, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família (CEPVF), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), preparou alguns textos de aprofundamento e reflexão para colaborar com as atividades realizadas pelas dioceses do país.
Após uma semana de intensos trabalhos em prol da família cristã, o assessor da CEPVF, padre Wladimir Porreca, avaliou que a SNF atingiu seu objetivo, e escreveu uma mensagem na qual fala da grandiosidade do evento. Na carta, o padre recorda as milhares de pessoas que participaram da SNF, e das mais diversas ações realizadas, para celebrar e refletir sobre a família cristã.
Leia a mensagem:
Semana Nacional da Família atinge seu objetivo
Na maioria das comunidades paroquiais brasileiras e no exterior foi celebrada a beleza da família, através das inúmeras criatividades dos agentes que acreditam, amam e empenham-se pela família para promovê-la como Igreja Doméstica.
Durante toda essa semana que passou tivemos inúmeras  palestras, conferências, seminários que ocuparam a atenção de milhares e milhares de pessoas que querem conhecer mais a família  para amá-la mais como “tesouro preciosos dos povos latino-americanos” .
Nas capelas, matrizes, catedrais o nosso povo de Deus católico e cristãos de diversas denominações religiosas festejou  a vida familiar nas Celebrações Eucarísticas Dominicais, Cultos  e nas Celebrações da Palavra onde não havia a presença de um presbítero a importância da família como lugar adequado para a felicidade humana e de transmissão e educação da fé.
Foram realizadas diversas caminhadas, procissões e outros eventos pelas ruas das cidades desse nosso enorme Brasil; difícil foi encontrar uma cidade que não tivesse uma manifestação pública em favor da família cristã.
Como o perfil do nosso povo brasileiro é de alegria não poderia faltar a festa social da família, através dos almoços, cafezinhos e comes e bebes após algum evento do anúncio e promoção da família.
A família querida por Deus foi visibilizada de forma mais vigorosa, nessa semana que passou, pelas diversas manifestações sociais e religiosas em favor da família, composta por um homem, uma mulher e filhos e, na promoção da vida que deve ser respeitada, protegida e cuidada desde a concepção até o seu término natural.
Muitas cidades, graças a Deus, puderam mostrar e reivindicar aos governantes, deputados e senadores que somos contrários a todo tipo de ameaça à vida, e ainda, que temos consciência da mobilização radical do governo atual para aprovar o assassinato de crianças através do aborto.
A Semana Nacional da Família trouxe como em todos os anos um novo vigor em todas as pessoas, que estão todos os dias empenhadas na evangelização em prol da família cristã. Nesse ano pudemos constatar uma unidade mais efetiva e afetiva entre a Pastoral Familiar, Equipes de Nossa Senhora, ECC e tantos outros movimentos e serviços na elaboração, organização e participação na Semana dedicada a família.
Deus seja louvado pela nossa Semana Nacional da Família 2013 pela ação de Deus em nosso meio. Só resta-nos agradecer ao bom Deus o dom precioso que é a Família Cristã e tantas bênçãos derramadas em cada lar, em cada Comunidade Paroquial, em cada grupo que se reuniu para rezar, refletir e promover a família. E, principalmente, pela maior unidade entre os cristãos católicos que através dos movimentos, pastorais e serviços realizaram o desejo do único e supremo Pastor: “que todos sejam um”.
Deus seja bendito pela nossa Semana Nacional da Família 2013, que com a carta e a bênção apostólica do nosso Santo Padre, poder possibilitar novo vigor e ardor na evangelização a favor da família, através de inúmeras, diversas e criativas ações evangelizadoras na promoção da família, dentro e fora das Igrejas. Pelos bispos, padres, diáconos, seminaristas e religiosos que puderam acompanhar e incentivar a nossa Semana Nacional da Família.
Deus seja honrado pelos filhos da Igreja que se manifestaram publicamente á favor da vida e contrários a toda espécie de manipulação e leis que favorecem o assassinato de inocentes crianças. Principalmente, no ambiente escolar. E pela maciça venda da Hora da Família, mais de 250 mil exemplares espalhados pelo nosso Brasil e exterior.
Enfim, Deus seja louvado, bendito, honrado e adorado pelas atividades e ações evangelizadoras em prol da família cristã, em especial, na transmissão e educação da fé cristã aos filhos, que aconteceram nessa Semana. Podemos hoje elevar a Deus um hino der louvor por cada pessoa que organizou, participou e motivou a nossa Semana Nacional da Família.
“Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam o mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Benção Apostólica”  Francisco.
Na certeza de missão cumprida, e iniciada, suplicamos as mais copiosas bênçãos de Deus pelas famílias brasileiras. Que a Santíssima Trindade modelo de família e a intercessão de Nossa Senhora do Bem Aventurado São José, com a intercessão de todos os casais e famílias santas e beatas torne cada vez mais fecundo toda e qualquer ação evangelizadora em favor da família.
A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lumem Fidei, 53).
Francisco (carta pela ocasião da Semana Nacional da Família – 2013)
Padre Wladimir Porreca
Assessor nacional da Família/CNBB
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/vida-e-familia/12643-semana-nacional-da-familia-se-encerra-com-saldo-positivo
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Pastoral da Criança realiza pesagem de crianças


Os voluntários da Pastoral da Criança desenvolvem ações de saúde, nutrição, educação, cidadania e espiritualidade de forma ecumênica nas comunidades.
Em Una não é diferente, todo mês os voluntários da Pastoral realizam um encontro com as famílias da comunidade, onde a saúde da criança é avaliada, como está o desenvolvimento na altura e peso. O último aconteceu no dia 17 de agosto na creche municipal. Enquanto esperam o atendimento as famílias ficam num espaço destinado a palestras e brincadeiras e por fim aproveitam um delicioso lanche.








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Ordenação Presbiteral


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Coordenação Diocesana da Renovação Carismática Católica - RCC se reuni em Una - 18.08

Neste domingo (18.08) a coordenação diocesana da Renovação Carismática esteve presente em Una, juntamente com os coordenadores da RCC de Una (Matriz), Colônia de Una e Canavieiras, com o objetivo de mobilizar os integrantes do movimento para participar do 15° Congresso Estadual da Renovação Carismática Católica da Diocese de Itabuna, que acontecerá de 20 a 22 de setembro na Vila Olímpica, na cidade de Itabuna-BA, com o tema: Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.








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