• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Reze pelas intenções do Papa neste mês de novembro


Nas intenções de oração para o mês de novembro, o Papa Francisco reza pelos sacerdotes em dificuldades e pela missão continental na América Latina.

O Santo Padre roga, em sua intenção geral, "para que os sacerdotes em dificuldades encontrem conforto no seu sofrimento, sustento nas suas dúvidas e confirmação na sua fidelidade".

E como intenção missionária, Francisco pede orações para "para que a Missão Continental tenha como fruto o envio de missionários da América Latina para outras Igrejas".

Todos os meses, o Pontífice confia seus pedidos ao Apostolado da Oração, uma iniciativa que é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.


Kelen Galvan
Da Redação, com Apostolado de Oração

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=290221 

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As exéquias eclesiásticas - A Igreja proíbe que os corpos sejam cremados?

Imagem de DestaqueIniciando o mês de novembro, tradicionalmente dedicado às orações pelos nossos irmãos defuntos, trazemos à tona algumas questões acerca das exéquias eclesiásticas, isto é, do culto celebrado segundo as leis litúrgicas correspondentes – previstas no Ritual de Exéquias – pelo qual a Igreja suplica ajuda espiritual aos falecidos, honra seus corpos, e, ao mesmo tempo, proporciona aos vivos o consolo da esperança (cf. c. 1176 §2). 
Tal oração da Igreja fundamenta-se em nossa fé na existência do purgatório, na ressurreição da carne e no sentido pascal da morte para o cristão.

Com exceção dos casos que veremos a seguir, os fiéis têm o direito de receber as exéquias eclesiásticas conforme o Direito, e, portanto, os pastores possuem o dever de prover esse direito aos fiéis.

Quanto ao modo de proceder com os corpos das pessoas falecidas, a Igreja recomenda, com insistência, que seja conservado o costume de sepultá-los, porém não proíbe a cremação, desde que esta não tenha sido escolhida conforme motivos contrários à fé cristã (cf. c. 1180 §3).

Como norma geral, as exéquias devem ser celebradas no próprio território da paróquia do fiel falecido, e pelo próprio pároco, já que essa é uma das principais funções das quais está encarregado (cf. c. 530, 5º). No entanto, existem muitas exceções a esta norma. Para citar algumas delas: é permitido a qualquer fiel ou aos responsáveis pelas exéquias do falecido escolher outra igreja para o funeral, com o consentimento de quem está à frente desta, e avisando-se ao pároco do próprio falecido; caso a morte tiver ocorrido fora do território da paróquia, as exéquias podem ocorrer na igreja paroquial do lugar de falecimento. Com relação ao cemitério, não sendo proibido pelo direito, é lícito a todos escolher o cemitério para sua própria sepultura (cf. c. 1180 §2).

Prevê-se também que, em cada paróquia, exista um livro de óbitos, de acordo com o direito particular, para as anotações dos falecimentos (cf. cc. 535 e 1182). Dado o elevado número de pessoas que habitam o território de cada paróquia, como é o caso das paróquias de nossa arquidiocese, pode perceber-se a dificuldade prática de realização desta norma. 

As exéquias eclesiásticas podem ser concedidas, além de todos os fiéis católicos, aos catecúmenos, e, com a licença do Ordinário local, às crianças cujos pais pretendiam batizá-las e morreram antes do Batismo; inclusive aos cristãos pertencentes a comunidades eclesiais não católicas, exceto se constar sua vontade contrária e contanto que não seja possível a presença do seu ministro próprio (cf. c. 1183).

Respeitando a decisão da pessoa falecida, caso antes da morte não tenham dado sinal de arrependimento, devem ser privados das exéquias eclesiásticas os apóstatas, hereges e cismáticos notórios; os que tiverem escolhido a cremação de seu corpo por motivos contrários à fé cristã; e os pecadores manifestos aos quais não se possa conceder as exéquias sem escândalo público dos fiéis. Em caso de dúvida, o Ordinário local deve ser consultado para dar o seu parecer (cf. c. 1184).


Padre Demétrio Gomes
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13348  
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Creio na Vida Eterna!

 



Estamos chegando nas últimas celebrações do Ano Litúrgico do “Ciclo C”, quando lemos o Evangelista São Lucas. Como é de nosso conhecimento, as últimas celebrações nos remetem para o tempo escatológico, o final dos tempos, para o encontro definitivo com o Senhor. Isso significa que nossa vida terá um fim, que a morte física é inevitável, mas não é o final de nossas vidas, pois continuaremos a viver em Deus, como professamos no Credo: “creio na ressurreição da carne e na vida eterna”.

A primeira celebração deste mês, em “comemoração dos fiéis defuntos” faz um apelo sereno a todos nós, os vivos, para nos manter firmes na esperança do Senhor: “Espera no Senhor e tem coragem, Espera no Senhor!” Em tom de esperança, nossa proposta celebrativa chama atenção para a solidariedade espiritual e para a fé esperançosa. Solidariedade espiritual, de quem reza pelos irmãos e irmãs que morreram, principalmente os mais esquecidos e, a fé esperançosa em quem não teme a morte, porque crê no Deus da vida. Com estes dois componentes, a realidade da morte torna-se menos ameaçadora e mais cheia de esperança de um dia participar plenamente da vida divina.

Logo no dia seguinte a “finados”, a Igreja celebra a santidade da Igreja em seus filhos que comungam plenamente a glória divina em “Todos os santos e santas”. É uma grande celebração de ação de graças, reconhecendo que Deus derrama sua santidade em nossa Igreja e acaricia com ela tantos irmãos e irmãs, que já vivem com ele, no céu. Nossa proposta celebrativa enfoca o fato de que todos somos chamados a participar da santidade divina; todos somos chamados a ser santos e santas. O caminho para se chegar à comunhão com Deus é trilhado na fé e na esperança e, necessariamente, passa pelos degraus das bem-aventuranças. A celebração da santidade, presente nos filhos e filhas da Igreja, tem um colorido especial neste ano, dado o contexto do “Ano da Fé”. A santidade dos filhos e filhas da Igreja é a grande proclamação da sua fé, da fé que venceu as barreiras do tempo e do mundo e se eterniza pela participação plena na santidade divina.

Em busca da ressurreição
Depois das duas primeiras celebrações, que nos remetem ao fim da vida humana (finados) e ao desejo divino de participar de sua santidade (todos os santos e santas), a Liturgia celebra a fé na ressurreição da carne; a nossa ressurreição. No 32DTC-C, a Igreja lembra que a teologia da Ressurreição teve um longo e lento processo no Antigo Testamento. A 1ª leitura e o salmo responsorial desta Missa são páginas que ilustram tal amadurecimento teológico, culminando com o ensinamento de Jesus, no Evangelho e, na 2ª leitura, Paulo explica como viver para ressuscitar e participar da eternidade divina. É um grande convite para renovar a esperança na Ressurreição, para que a fé seja alimentada com a confiança e com a certeza de que não somos destinados a este mundo. Trata-se de uma profecia muito forte contra aquelas promessas que colocam os horizontes da vida unicamente no contexto terreno.

Como podemos participar da santidade divina, em meio a tantos apelos para caminhar nos caminhos do mundo? A resposta está na celebração do 33DTC-C, com uma frase que resume bem toda a celebração: “É permanecendo firmes que irás ganhar a vida!” No contexto do “Ano da Fé”, a reflexão do 33DTC-C, considerará o futuro — não como tempo abstrato e sem esperança e, por isso, de medo — mas como tempo de esperança, marcado pela fé. Uma celebração também para considerar o tempo presente, para avaliar as agressividades que os cristãos sofrem, seja do ponto de vista físico, psíquico e moralmente.

Conclusão do Ano da Fé
Finalmente, no último Domingo de novembro a solenidade de “Cristo Rei”, que encerra o “Ano da Fé” contemplando a Cruz e a oração da humanidade, na boca do ladrão; uma oração tão poderosa, capaz de “roubar” o Reino do Senhor para todos nós: “Senhor, lembra-te de mim quando estiveres no teu Reino”. Chegamos ao final do Ano Litúrgico coroando nossa caminhada no discipulado, através da pedagogia própria deste Ano Litúrgico, celebrando a fé iluminada pelo Evangelho de Lucas, proclamando uma vez mais o Reinado de Jesus Cristo. Com esta celebração, damos graças a Deus pela conclusão deste Ano Litúrgico e pelo encerramento do “Ano da Fé”.
Serginho Valle
Fonte: http://www.liturgia.pro.br/artigos/artigo.php?id=MTgy
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Ordenação Diaconal - Diocese de Itabuna

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Outubro - Rosa


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A importância da sucessão apostólica

O que dá, de fato, legitimidade àquilo que faz a nossa Igreja ao administrar os sacramentos, ao ministrar a fé e ao pregar a Verdade, – dando-me a certeza de que estou no caminho certo – é a sucessão apostólica.
“Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze entre eles, aos quais deu o nome de apóstolos” (cf. Lucas 6, 12-15).
Hoje, celebramos os apóstolos São Simão e São Judas. São Judas é mais conhecido entre nós por fazer parte de uma devoção mais popular, chamado de São Judas Tadeu para diferenciá-lo de Judas Iscariotes, aquele foi o traidor do Senhor.
São Judas escreveu uma carta, que todos nós conhecemos, e junto com ele, nós celebramos São Simão, chamado o zelote (cf. Lc 6, 15), também chamado a ser uma testemunha do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Na Liturgia de hoje, a primeira coisa que nós aprendemos é a rezar, a subir com Jesus na montanha e a escutar o Pai antes de tomar qualquer decisão importante. Porque o Senhor passou a noite inteira em oração, uma vez que o Seu Espírito se rendeu, uma vez que Seu Espírito estava em perfeita união com o Pai. E, quando amanheceu, Ele escolheu os doze, entre tantos discípulos que O seguiam.
Qual é a missão desses apóstolos, os quais nós vemos ser nomeados no Evangelho de hoje, nome a nome? Os doze apóstolos nos recordam as doze tribos de Israel, eles são para nós a configuração do novo Israel, o povo de Deus, a Igreja do Senhor.
Para a nossa fé, isso é muito importante, porque, além de ser católica, ela é uma fé universal e chega a todos os povos; e a Igreja tem todas as verdades de fé para que nós possamos ser salvos. A nossa fé também é fundamentada na mesma fé que os apóstolos receberam.
Cada vez que eu olho para um bispo, eu sei que ele é um sucessor dos apóstolos. O que caracteriza e o que dá, de fato, legitimidade àquilo que faz a nossa Igreja ao administrar os sacramentos, ao ministrar a fé e ao pregar a Verdade, – dando-me a certeza de que estou no caminho certo – é a sucessão apostólica.
É saber que essa Igreja tem uma continuidade, ela começou com os doze, e estes fizeram outros apóstolos, que chegaram até nós hoje na figura dos nossos bispos. Rezemos, meus irmãos, rezemos por esses homens escolhidos por Deus para estarem à frente das nossas dioceses, governando a Igreja do Senhor, em comunhão com aquele que é o Bispo de Roma, o Papa. Rezemos pelos nossos pastores.
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Terra Santa aguarda 10 mil fiéis para encerramento do Ano da Fé


A Igreja na Terra Santa espera receber mais de 10 mil fiéis para a Missa de encerramento do Ano da Fé no dia 17 de novembro. A Celebração será presidida pelo Patriarca Latino de Jerusalém, Dom Fouad Twal, a partir das 11h (horário local), no Monte do Precipício, localizado nas proximidades de Nazaré.

Além desse número, cerca de 2500 estrangeiros, inclusive grupos do Brasil, devem viajar a Israel para participar da Celebração, segundo informações do Ministério do Turismo do país.

A programação especial começa no dia 16, com a oração da tarde na Basílica de Nazaré, o rosário e a procissão à luz de tochas. As Peregrinações aos lugares santos serão feitas em diversos horários.

Segundo Anat Ben Yosef, do Ministério de Turismo de Israel, a iniciativa de lançar os convites aos cristãos de todo o mundo surgiu de uma cooperação entre o ministério, a Conferência dos Bispos Italianos em Roma e o Patriarcado Latino na Terra Santa.

Os interessados em participar da Celebração devem entrar em contato com um agente de viagem ou com sua comunidade cristã local, ou ainda contatar uma operadora de turismo de Israel, encontrada em diversas cidades do Brasil.

A Celebração acontecerá uma semana antes do encerramento solene do Ano da Fé, no Vaticano, marcado para o dia 24 de novembro - Solenidade de Cristo Rei.

Iniciado em 11 de outubro de 2012, por iniciativa do Papa emérito Bento XVI, o Ano da Fé foi um tempo de fortalecimento da fé católica e de renovação do compromisso de todo o batizado, de ser discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Kelen Galvan

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=290161

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30º Domingo do Tempo Comum – Domingo 27/10/13



Primeira Leitura (Eclo 35,15b-17.20-22a)
 
Leitura do livro do Eclesiástico.
15bO Senhor é um juiz que não faz discriminação de pessoas. 16Ele não é parcial em prejuízo do pobre, mas escuta, sim, as súplicas dos oprimidos; 17jamais despreza a súplica do órfão, nem da viúva, quando desabafa suas mágoas.
20Quem serve a Deus como ele o quer, será bem acolhido e suas súplicas subirão até as nuvens. 21A prece do humilde atravessa as nuvens: enquanto não chegar não terá repouso; e não descansará até que o Altíssimo intervenha, 22afaça justiça aos justos e execute o julgamento.

Responsório (Sl 33)


— O pobre clama a Deus e ele escuta:/ o Senhor liberta a vida dos seus servos.
— O pobre clama a Deus e ele escuta:/ o Senhor liberta a vida dos seus servos.
— Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,/ seu louvor estará sempre em minha boca./ Minha alma se gloria no Senhor;/ que ouçam os humildes e se alegrem!
— Mas ele volta a sua face contra os maus,/ para da terra apagar sua lembrança./ Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta/ e de todas as angústias os liberta.
— Do coração atribulado ele está perto/ e conforta os de espírito abatido./ Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos,/ e castigado não será quem nele espera.

Segunda Leitura (2Tm 4,6-8.16-18)

Leitura da segunda Carta de São Paulo a Timóteo.
Caríssimo: 6Quanto a mim, eu já estou para ser oferecido em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. 7Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé.
8Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos que esperam com amor a sua manifestação gloriosa.
16Na minha primeira defesa, ninguém me assistiu; todos me abandonaram. Oxalá que não lhes seja levado em conta.
17Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças; ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente, e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão.
18O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu Reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém.

Evangelho (Lc 18,9-14)

Naquele tempo, 9Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros:
10“Dois homens subiram ao Templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos.
11O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. 12Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’.
13O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’
14Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

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Reunião Conselho de Pastoral Paroquial - CPP



Na última sexta feira, dia 25, reuniu-se, em reunião ordinária, no salão nobre Papa Bento XVI o Conselho Pastoral da Paróquia de São José. A reunião foi muito agradável e as lideranças presentes puderam informar as atividades realizadas em cada grupo, pastorais e movimento, além de salientar as atividades futuras. Pe Gilvan motivou todos a pensarem com fé e devoção na próxima festa do Padroeiro, assunto que será tratado na próxima reunião. Antes de encerrar a reunião, o CPP elegeu Jodmar Paixão para juntamente com o Pe Gilvan Oliveira (Administrador Paroquial)  e Tássio Rios (Coordenador do CPP) representarem a Paróquia de São José na Assembleia Diocesana, a se realizar nos dias 08, 09 e 10 de novembro na cidade de Itabuna e na Assembleia da Forania Sul – Diocese de Itabuna, a se realizar nos dias 23 e 24 de novembro na cidade de Camacan.




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Sociedade São Vicente de Paulo - Una - Bahia

A Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP) conhecida como Vicentinos, é um movimento católico e internacional, fundado em Paris em 1833.
Esta sociedade se inspira no pensamento desse Santo que prega a justiça e a caridade. É aberta a quem desejar viver fé, no amor e no serviço a seus irmãos.
A SSVP ajuda a comunidade de várias formas que é por contato pessoal, no sentido de aliviar o sofrimento e promover a dignidade e a integridade do homem. A sociedade não se limita a aliviar a miséria, mas também descobrir e remediar as situações que a geram. A ajuda chega a quem necessite, independentemente de raça, cor, nacionalidade, credo político ou religioso e posição social.



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Papa Francisco recorda que o dinheiro é importante para ajudar o próximo


PapaSTAMartaverde“A ganância, pensar só no dinheiro destrói as pessoas, destrói as famílias e as relações com os outros”. Foi o que disse o papa Francisco na missa da manhã desta segunda-feira, 21 de outubro, na capela da Casa Santa Marta. Comentando o Evangelho do dia, em que um homem pede a Jesus que ajude a resolver uma questão de herança com o seu irmão, o papa falou sobre a relação de cada pessoa com o dinheiro.
“Isso é um problema de todos os dias. Quantas famílias vemos destruídas pelo problema do dinheiro: irmão contra irmão; pai contra filho... E esta é a primeira consequência desse atitude de desejar dinheiro: destrói! Quando uma pessoa pensa no dinheiro, destrói a si mesma, destrói a família! O dinheiro destrói! É assim ou não? O dinheiro é necessário para levar avante coisas boas, projetos para desenvolver a humanidade, mas quando o coração só pensa nisso, destrói a pessoa”.
Ao recordar a parábola do homem rico, Francisco explicou a advertência de Jesus de que devemos nos manter afastados da ambição. “É isso que faz mal: a ambição na minha relação com o dinheiro. Ter mais, mais e mais… Isso leva à idolatria, destrói a relação com os outros! Não o dinheiro, mas a atitude que se chama ganância. Esta ganância também provoca doença… E no final – isso é o mais importante – a ambição é um instrumento da idolatria, porque vai na direção contrária àquela que Deus traçou para nós. São Paulo nos diz que Jesus Cristo, que era rico, se fez pobre para nos enriquecer. Este é o caminho de Deus: a humildade, o abaixar-se para servir. Ao contrário, a ambição nos leva para a estrada contrária: leva um pobre homem a fazer-se Deus pela vaidade. É a idolatria!”, disse o papa.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/internacional/13023-papa-francisco-recorda-que-o-dinheiro-e-importante-para-ajudar-o-proximo-
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ENEM 2013

 

BOA SORTE A TODOS!

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Pastoral da Comunicação - PASCOM




Com a proposta de criar a Pascom - Pastoral da Comunicação, na última terça-feira (22.10) alguns paroquianos se reuniram na sacristia da Paróquia de São José para discutir o assunto.
O que é a pastoral da comunicação?
È o conjunto de ações realizadas dentro de uma comunidade eclesial. É a pastoral do ser e estar em comunhão com as comunidades. É a pastoral da acolhida, da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária e do planejamento democrático do uso de recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e de manifestações das pessoas no interior da paróquia ou da paróquia para o mundo que o rodeia.

O objetivo da Pascom não é, simplesmente, produzir e emitir informações. É formar a consciência dos fiéis na fé católica e zelar pela imagem da Igreja. Antes disso, é preciso pensar em melhorar a qualidade da comunicação entre as pessoas, pastorais e setores, para que a comunicação gere comunhão, a exemplo das primeiras comunidades cristãs. DEVEMOS COMUNICAR PARA GERAR COMUNHÃO.
Tharcio Marques





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