• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Movimento de Cursilho SED/UNA - inicia suas atividades do ano de 2015



No 4° domingo do tempo comum (25 de janeiro) o Movimento de Cursilhos da Paróquia de São José (Una/BA) lembrou a conversão de São Paulo, Patrono do Movimento, na oportunidade iniciou suas atividades pastorais do ano de 2015.
Celebrar a conversão de São Paulo é pensar na nossa conversão e renovar a nossa vida. A cada dia precisamos do perdão de Deus, Paulo teve uma intimidade profunda com Jesus, ele fala quem ele era e quem ele se tornou, assim como Paulo encontrou Ananias que ajudou na sua conversão nós devemos nos perguntar quais os Ananias que encontramos na nossa conversão? Todos que fazem a experiência com Jesus quer levar para os irmãos e contar sua experiência e anunciar a Boa Nova que é Jesus; e Paulo foi sem medo e anunciou o Cristo com ousadia, coragem e sem medo.
Ao final da Celebração Eucarística o vice-coordenador do Movimento, Magno Oliveira, entregou ao Padre Gilvan o Planejamento 2015 do Movimento de Cursilhos SED/UNA.













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Pastoral do Batismo



Os Sete Sacramentos são ações de Cristo, por meio da Igreja, que acompanham todos os grandes momentos da vida cristã. O primeiro deles é o Batismo. O Batismo nos torna cristãos, filhos e herdeiros de Deus participantes da missão de Cristo e membros da Igreja, na qual somos instruídos e orientados para a vivência cristã.
A Pastoral do Batismo de nossa Paróquia mensalmente faz um plantão para poder atender os pais e marcar a data da Preparação (Curso), assim como, a data do Batismo, que ocorre todo quarto domingo de cada mês.
O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.
O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão: “O Batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra".









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Conselho Paroquial realiza primeira reunião do ano de 2015


Com a presença dos coordenadores das pastorais, movimentos e grupos a paróquia de São José (Una/BA) realizou na noite do dia 23.01 a primeira reunião do Conselho Paroquial de Pastoral (CPP) no corrente ano. Após a oração inicial o Pároco acolheu a todos. A reunião transcorreu num clima fraterno e foram tratados vários temas dos quais destacamos: realização da assembleia paroquial, planejamento 2015 e evento de lançamento do calendário paroquial e lançamento da campanha da fraternidade 2015.







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Festa de São Sebastião em Comandatuba - Una/BA - 20.01


Dia 20 de janeiro foi dia de comemorar a Festa do Glorioso São Sebastião!
Devoção, fé e muita emoção nas homenagens para o padroeiro da do Distrito de  Comandatuba – Una/BA.

Devotos, moradores e turistas se reuniram na capelinha do distrito de Comandatuba – Una/BA para participar da novena e festa do Glorioso São Sebastião, que teve como tema: A Espiritualidade Cristã na Família. A noventa em preparação a festa iniciou no dia 11 de janeiro e seguiu até o dia 19. No dia 20 aconteceu a grande festa com a presença do Padre Gilvan Oliveira (Paróquia de São José), Padre Acássio (Paróquia de Santa Inês), Padre Martins (Paróquia do Senhor do Bomfim) e Padre Valdo (Arquidiocese de Vitória da Conquista), que celebraram a missa solene às nove horas. Ao final os presentes saíram em caminhada pelas principais ruas do distrito em homenagem ao santo protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra.















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São Sebastião, defensor da Igreja

São SebastiãoO santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-sebastiao-defensor-da-igreja/
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Ao falar de contracepção, Papa defende paternidade responsável


Cristãos não precisam ter filhos em série, disse o Papa, ressaltando que o que a Igreja defende é uma paternidade responsável
 
Da Redação, com Boletim da Santa Sé
Francisco explica aos jornalistas posição da Igreja sobre contracepção / Foto: Arquivo-L'Osservatore Romano

Francisco explica aos jornalistas posição da Igreja sobre contracepção / Foto: Arquivo-L’Osservatore Romano
A contracepção foi um dos temas que os jornalistas abordaram com o Papa Francisco na coletiva que aconteceu no voo de Manila para a Roma nesta segunda-feira, 19. A resposta do Santo Padre reiterou o que a Igreja defende: uma paternidade responsável, de forma que os cristãos não precisam ser como coelhos, tendo filhos em série.
O Santo Padre contou que, há alguns meses, repreendeu uma mulher que estava grávida do oitavo filho, após sete cesáreas. “Esta é uma irresponsabilidade. ‘Não, eu confio em Deus’. ‘Mas, veja, Deus te dá os meios, seja responsável’. Alguns acreditam que – desculpem a palavra – para ser bons católicos devemos ser como coelhos. Não. Paternidade Responsável”.

A abordagem feita ao Papa foi ligando a contracepção ao mito de que os cristãos devem ter muitos filhos.  Francisco recordou que a Igreja sempre promoveu o princípio da paternidade e maternidade responsáveis, contido na encíclica Humanae vitae, de Paulo VI.
Ele lembrou que a abertura à vida é condição do Sacramento do matrimônio. Recordou também que Paulo VI estudou essa questão da abertura à vida com uma comissão, como fazer para ajudar tantos casos, tantos problemas. Mas Paulo VI não se deteve apenas aos problemas pessoais.
“Ele olhava para o neo-malthusianismo universal que estava em andamento (…) E como se chama este novo malthusianismo? É o menos de 1% do nível dos nascimentos na Itália, o mesmo na Espanha. Aquele neo-malthusianismo que procurava um controle da humanidade pelas potências. Isso não significa que o cristão deve fazer filhos em série”.
O Santo Padre acredita que três filhos é um número bom para a família a fim de manter a população, pois menos que isso ocasiona o outro extremo, que tem a Itália como exemplo: diz-se que em 2024 não haverá dinheiro para pagar os aposentados do país. Novamente, a palavra-chave é “paternidade responsável”, que se faz com diálogo.
Francisco destacou como curiosidade o outro aspecto dessa questão: o fato de que, para os mais pobres, um filho é um tesouro e Deus sabe como ajudá-los. “Talvez alguns não são prudentes nisso, é verdade. Paternidade responsável. Mas é preciso olhar também para a generosidade daquele pai e daquela mãe que veem em cada filho um tesouro”.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/ao-falar-de-contracepcao-papa-defende-paternidade-responsavel/
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Papa reúne quase 7 milhões de fiéis em Manila


“A família deve ser protegida contra ataques insidiosos e programas contrários à verdade”, pediu o papa Francisco durante missa de encerramento de sua visita pastoral às Filipinas. A concentração ocorreu no Rizal Park, em Manila, no domingo, 18.
De acordo com dados da organização, a cerimônia reuniu o maior número de participantes da história, desde a visita de São João Paulo II, em 1995, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Quase 7 milhões de peregrinos participaram da missa campal. 
Em sua homilia, Francisco pediu a multidão de fiéis que sejam promotores do Evangelho no país e na Ásia, “para que a beleza do mundo criado por Deus não seja marcada por injustiças, corrupção e abusos”.
Dois jovens, uma menina e um menino, saudaram o papa com mensagem. No momento em que lia o texto, a jovem ficou emocionado e não conteve as lágrimas. Francisco abraçou a menina e agradeceu pelo seu testemunho. Deixando de lado o discurso que tinha preparado, o papa justificou: “A realidade que vocês apresentaram é superior a todas as respostas que eu tinha preparado”
Agradecimentos
Durante cerimônia de despedida oficial na Base Aérea de Villamor, o cardeal Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, acompanhou o papa Francisco durante toda a viagem, agradeceu a visita pastoral do pontífice.
"Os meninos da rua, os órfãos, os sem-teto, os empregados, os agricultores, os pescadores, os doentes, os idosos esquecidos, as famílias de pessoas desaparecidas, todos lhe querem dizer ‘obrigado Santo Padre!’, disse o cardeal.
O cardeal Tagle também expressou o reconhecimento dos trabalhadores filipinos, os sobreviventes de desastres, daqueles que não são católicos e de todos os promotores de paz que foram tocados pela visita.
O papa embarcou para Roma no início da manhã de hoje, 19. Deve chegar ao Vaticano por volta das 14h40 (horário de Brasília). Nesta semana, Francisco prosseguirá com atividades previstas. Na quarta-feira, 21, participa da audiência geral. 
Leia a íntegra da homilia do papa Francisco:
«Um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado» (Is 9, 5).
Sinto uma alegria particular por celebrar convosco o domingo do «Santo Niño». A imagem do Santo Menino Jesus acompanhou a difusão do Evangelho neste país desde o início. Vestido com os trajes reais, coroado e ornado com o ceptro, o globo e a cruz, recorda-nos continuamente a ligação entre o Reino de Deus e o mistério da infância espiritual. Disto mesmo nos fala Ele no Evangelho de hoje: «Quem não receber o Reino de Deus como um pequenino, não entrará nele» (Mc 10, 15). O «Santo Niño» continua a anunciar-nos que a luz da graça de Deus brilhou sobre um mundo que habitava nas trevas, trazendo a Boa-Nova da nossa libertação da escravidão e guiando-nos pela senda da paz, do direito e da justiça. Além disso, recorda-nos que fomos chamados para espalhar o Reino de Cristo no mundo.
Ao longo da minha visita, ouvi-vos cantar: «Somos todos filhos de Deus». Isto é o que o «Santo Niño» nos vem dizer. Recorda-nos a nossa identidade mais profunda. Todos nós somos filhos de Deus, membros da família de Deus. São Paulo disse-nos hoje que, em Cristo, nos tornamos filhos adotivos de Deus, irmãos e irmãs em Cristo. Isto é o que nós somos. Esta é a nossa identidade. Vimos uma belíssima expressão disto, quando os filipinos se uniram em torno dos nossos irmãos e irmãs atingidos pelo tufão.
O Apóstolo diz-nos que fomos abundantemente abençoados porque Deus nos escolheu: «no alto do Céu [Ele] nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo» (Ef 1, 3). Estas palavras têm uma ressonância especial nas Filipinas, porque é o maior país católico na Ásia. E isto é já um dom especial de Deus, uma bênção; mas é também uma vocação: os filipinos estão chamados a ser exímios missionários da fé na Ásia.
Deus escolheu-nos e abençoou-nos com uma finalidade: ser santos e irrepreensíveis na sua presença (cf. Ef 1, 4). Escolheu cada um de nós para ser testemunha, neste mundo, da sua verdade e da sua justiça. Criou o mundo como um jardim esplêndido e pediu-nos para cuidar dele. Todavia, com o pecado, o homem desfigurou aquela beleza natural; pelo pecado, o homem destruiu também a unidade e a beleza da nossa família humana, criando estruturas sociais que perpetuam a pobreza, a ignorância e a corrupção.
Às vezes, vendo os problemas, as dificuldades e as injustiças, somos tentados a desistir. Quase parece que as promessas do Evangelho não são realizáveis, são irreais. Mas a Bíblia diz-nos que a grande ameaça ao plano de Deus a nosso respeito é, e sempre foi, a mentira. O diabo é o pai da mentira. Muitas vezes, ele esconde as suas insídias por detrás da aparência da sofisticação, do fascínio de ser «moderno», de ser «como todos os outros». Distrai-nos com a miragem de prazeres efémeros e passatempos superficiais. Desta forma, desperdiçamos os dons recebidos de Deus, entretendo-nos com apetrechos fúteis; gastamos o nosso dinheiro em jogos de azar e na bebida; fechamo-nos em nós mesmos. Esquecemos de nos centrar nas coisas que realmente contam. Esquecemo-nos de permanecer interiormente como crianças. Na realidade, estas – como nos ensina o Senhor – têm uma sabedoria própria, que não é a sabedoria do mundo. É por isso que a mensagem do «Santo Niño» é tão importante. Fala profundamente a cada um de nós; recorda-nos a nossa identidade mais profunda, aquilo que somos chamados a ser como família de Deus.
O «Santo Niño» recorda-nos também que esta identidade deve ser protegida. Cristo Menino é o protetor deste grande país. Quando Ele veio ao nosso mundo, a sua própria vida esteve ameaçada por um rei corrupto. O próprio Jesus viu-Se na necessidade de ser protegido. Ele teve um protector na terra: São José. Teve uma família aqui na terra: a Sagrada Família de Nazaré. Desta forma, recorda-nos a importância de proteger as nossas famílias e a família mais ampla que é a Igreja, a família de Deus, e o mundo, a nossa família humana. Hoje, infelizmente, a família tem necessidade de ser protegida de ataques insidiosos e programas contrários a tudo o que nós consideramos de mais verdadeiro e sagrado, tudo o que há de mais nobre e belo na nossa cultura.
No Evangelho, Jesus acolhe as crianças, abraça-as e abençoa-as. Também nós temos o dever de proteger, guiar e encorajar os nossos jovens, ajudando-os a construir uma sociedade digna do seu grande patrimônio espiritual e cultural. Especificamente, temos necessidade de ver cada criança como um dom que deve ser acolhido, amado e protegido. E devemos cuidar dos jovens, não permitindo que lhes seja roubada a esperança e sejam condenados a viver pela estrada.
Uma criança frágil trouxe ao mundo a bondade de Deus, a misericórdia e a justiça. Resistiu à desonestidade e à corrupção, que são a herança do pecado, e triunfou sobre elas com o poder da cruz. Agora, no final da minha visita às Filipinas, entrego-vos a Jesus que veio estar entre nós como criança. Que Ele torne todo o amado povo deste país capaz de trabalhar unido, de se proteger mutuamente a começar pelas vossas famílias e comunidades, na construção dum mundo de justiça, integridade e paz. O «Santo Niño» continue a abençoar as Filipinas e a sustentar os cristãos desta grande nação na sua vocação de ser testemunhas e missionários da alegria do Evangelho, na Ásia e no mundo inteiro.
Por favor, rezai por mim. Deus vos abençoe a todos!
PAPA FRANCISCO
CNBB com informações e fotos da Rádio Vaticano.

Fonte:http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/15701-papa-reune-quase-7-milhoes-de-fieis-em-manila
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Campanha da Fraternidade 2015 será lançada no próximo mês


Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
A Campanha da Fraternidade 2015 será oficialmente lançada no dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, às 10h30, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. 
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a CF 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
Materiais de apoio
O texto-base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete sobre a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Para auxiliar na vivência e divulgação da Campanha nas dioceses, paróquias e comunidades, a Comissão Executiva da CF 2015 disponibiliza materiais para serem baixados, entre eles o cartaz, textos formativos, hino e partitura, oração e apresentações. Confira aqui.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/15705-campanha-da-fraternidade-2015-sera-lancada-no-proximo-mes
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