• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Paróquia de São José (Una/Ba) realizou estudo sobre Campanha da Fraternidade 2015

 No dia 20 de Fevereiro teve inicio as 19h30min, no Salão Paroquial da Matriz de São José (Una/BA), um encontro de Estudo sobre a Campanha da Fraternidade 2015.

E teve como palestrante o Padre Gilvan Oliveira. Estiveram presentes os representantes de pastorais, grupos e movimentos da paróquia.
 
Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II. 

O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.


Objetivo geral da CF - 2015 CNBB

01 - Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

Objetivos específicos da CF - 2015 CNBB

01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.

03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.

06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.








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Católicos de Una/BA celebram a Missa de Cinzas com lançamento da Campanha da Fraternidade 2015


A Quarta-feira de Cinzas encerra o carnaval e abre o período quaresmal (40 dias que antecede a Semana Santa) para os católicos. No Brasil, a data também marca o início da Campanha da Fraternidade (CF). Este ano, com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir”, a iniciativa busca recordar a vocação e missão dos cristãos e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965).

A Igreja Católica propõem três exercícios aos fiéis durante a Quaresma: a oração, o jejum e a esmola. Exercícios que ajudam no processo permanente de conversão. A oração nos aprofunda no ministério de Deus, e nos alimenta para a missão. O jejum abre espaços para Deus em nossa vida, nos tira de nosso egoísmo e do apego às coisas e ideias que nos paralisam na mesmice. A esmola, a prática da caridade, o empenho na Campanha da Fraternidade nos aproxima de Deus, pois Ele se deixa encontrar no outro a quem servimos.
















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Padre dá detalhes sobre propostas da Campanha da Fraternidade

Secretário-executivo nacional da CF cita o combate à corrupção como um dos pontos principais da campanha deste ano e enfatiza a reforma política

Monique Coutinho
Da redação

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Nesta quarta-feira, 18, início da Quaresma, foi aberta oficialmente a Campanha da Fraternidade 2015.
Este ano, o tema da campanha é “Fraternidade: Igreja e sociedade” e o lema “Eu vim para servir”. O objetivo é aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade.
Para o secretário-executivo nacional da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, essa campanha visa convidar todas as comunidades cristãs a se empenharem em prol da sociedade. “Com a perspectiva de diálogo e cooperação [entre Igreja e sociedade], estaremos colaborando para que o Reino de Deus de fato cresça e se realize aqui entre nós”, disse.
O tema da campanha foi escolhido em reunião, com a participação dos presidentes das comissões episcopais e pastorais, assessores e responsáveis pelo Conselho Episcopal Pastoral (Consep), e em vista da comemoração dos 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II, que representou uma espécie de reconciliação da Igreja com a sociedade.
“O tema trata de uma relação da Igreja com a sociedade e da sociedade para com a Igreja. Então, temos os desafios e as dificuldades, mas ele vem nos iluminar para que nós cristãos, nós Igreja possamos, de fato, cooperar para que a sociedade avance na vivência da justiça e da fraternidade”, disse padre Dias.
Propostas
Para que o tema não fique disperso, o sacerdote cita duas ações como pontos principais da campanha, sendo uma delas a reforma política. “Vivemos em um momento conturbado do ponto de vista político-econômico”.
Padre Dias acrescenta que existe um projeto delineado pelo texto base, que visa o combate à corrupção e o melhor funcionamento da esfera política, para que ela esteja a serviço dos direitos dos cidadãos e das famílias como também do bem comum.
“Essa é a proposta: que haja empenhos, haja ações em vista da reforma política e, de maneira especial, pedimos uma ação que é a coleta de assinaturas para que o projeto que a colisão preparou possa ser apresentado ao Congresso. Para isso, precisamos de quase dois milhões de assinaturas; então, seria oportuno que nas comunidades houvesse um empenho para a coleta de assinaturas”, acrescenta.
Secretário-executivo nacional da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias / Foto: CNBB
Secretário-executivo nacional da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias / Foto: CNBB
A segunda proposta é a superação das situações de violência. O sacerdote apela para que as pessoas e as comunidades estendam seu olhar, com o objetivo de ver situações que geram a violência. Dessa forma, a proposta é que elas possam, quem sabe juntamente com governos ou outras entidades, desenvolver ações de superação e construção de uma sociedade de paz.
Igreja e sociedade
A Igreja sempre colaborou e caminhou junto da sociedade. Segundo o secretário-executivo, a campanha naturalmente apontará para tal realidade. “Jesus, antes da sua ascensão, disse: ‘Ide pelo mundo’. Então, a nossa fé é evidenciada na história, no dia a dia, no compromisso transformador, visando a superação das situações de sofrimento das pessoas”.
O sacerdote enfatiza que todos são chamados ao testemunho e a colocar-se ao serviço da sociedade, anunciando, de fato, Jesus e tomando parte de ações que possam cooperar para que situações de morte e dor sejam superadas.
“Acredito que essa campanha ajudará as nossas comunidades e todos discípulos de Jesus Cristo a refletir e perceber a necessidade desse empenho junto à sociedade, porque a Igreja não é um gueto; ela, pela sua história e pelas palavras de nosso Senhor “ide”, é chamada a esse empenho missionário junto à sociedade”, conclui.
A Campanha da Fraternidade acontece anualmente e é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Com início no primeiro dia da Quaresma, ela se estende oficialmente até o Domingo de Ramos (último domingo que antecede a Páscoa), e tem o objetivo de despertar a solidariedade nos fiéis e comunidades, tendo em vista algum problema enfrentado pela sociedade.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/padre-da-detalhes-sobre-propostas-da-campanha-da-fraternidade/
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Passa a valer suspensão de 70 planos de saúde e 11 operadoras


A suspensão determinada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de 70 planos de saúde e 11 operadoras é preventiva e perdura por três meses

Agência Brasil

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A ANS anunciou a reativação de 43 planos de saúde que estavam com a comercialização suspensa / Foto: Agência Brasil
A partir desta quinta-feira, 19, 70 planos de saúde de 11 operadoras estão suspensos por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O anúncio foi feito na semana passada diante de reclamações de usuários sobre questões como descumprimento de prazo de atendimento e negativa indevida de cobertura.
Dessas 11 operadoras, oito já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior; três não constam na última lista de suspensões e uma tem plano suspenso pela primeira vez. A suspensão, de acordo com a ANS, é preventiva e perdura por três meses. A estimativa é que a medida proteja cerca de 580 mil beneficiários.
Acesse
.: Confira lista das operadoras que estão suspensas
Ao mesmo tempo, a ANS anunciou a reativação de 43 planos de saúde que estavam com a comercialização suspensa, pois houve comprovada melhora no atendimento ao cidadão nos últimos três meses.
Dados da agência indicam que há hoje, no país, 50,8 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21,4 milhões com planos exclusivamente odontológicos. Desde o início do programa de monitoramento, 1.043 planos de 143 operadoras já tiveram as vendas suspensas e 890 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.
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Sobre reforma da Cúria, Dom Odilo cita mudança de mentalidade


“Se fosse simplesmente para fazer uma reforma administrativa, burocrática, isso seria rápido e fácil, mas se trata de algo mais, se trata de uma mudança de mentalidade”
Da Redação, com Rádio Vaticano
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Papa Francisco e Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer / Foto: Arquivo-CNBB
O Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, está em Roma por ocasião do Consistório Extraordinário que aconteceu na última semana. Na manhã desta segunda-feira, 16, em entrevista à Rádio Vaticano, Dom Odilo falou sobre a reforma da Cúria Romana e sobre a missão que os cardeais devem exercer como colaboradores do Papa no governo da Igreja.
Dom Odilo explicou que a reforma já vem acontecendo, mas, que não é algo realizado de um momento para o outro. Ele destacou que não se trata simplesmente de uma mudança administrativa e burocrática mas sim, de uma mudança de mentalidade.
“Trata-se também de uma participação mais profunda e, eu diria até espiritual e mística no serviço do Papa em relação a toda Igreja e isso requer uma reflexão maior da qual os cardeais todos participaram com muitas intervenções, sugestões e observações, sobre o projeto que foi apresentado pelo grupo dos 9 cardeais e que agora continua a ser trabalhado e elaborado.”
No Consistório do último sábado, o Papa Francisco criou 20 novos cardeais, de 14 países, dos quais, quatro contam pela primeira vez com uma sede cardinalícia: Cabo Verde, Panamá, Tonga e Myanmar (ex-Birmânia).
Para o Arcebispo de São Paulo, essas últimas nomeações mostram que o colégio cardinalício é representativo da Igreja toda e por isso os países e regiões do mundo onde os católicos são poucos, como no Oriente, também devem participar do colégio dos cardeis, que trata de questões importantes do ministério do papa.
“Vai ficando mais e mais claro que, de fato o colégio cardinalício, colégio de cooperação com o Papa não é um grupo de elite, privilégios e prestígio como talvez ainda está na opinião pública, na mentalidade corrente. Mas o colégio cardinalício é o colégio dos estreitos conselheiros colaboradores do Papa, que o ajudam a ter essa percepção da Igreja no mundo todo.”
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/sobre-reforma-da-curia-dom-odilo-cita-mudanca-de-mentalidade/
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“A Igreja está a serviço das pessoas”, afirma dom Leonardo sobre a relação entre Igreja e sociedade, tema da CF 2015


Neste ano, são comemorados os 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II, um dos eventos mais marcantes da Igreja no século XX. A reunião episcopal foi realizada de outubro de 1962 a outubro de 1965. No Brasil, eventos para celebrar o cinqüentenário vêm sendo realizados no último triênio. Para 2015, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe uma reflexão mais ampla sobre o Concílio, por meio da Campanha da Fraternidade (CF), que será aberta oficialmente, em âmbito nacional, na Quarta-Feira de Cinzas, 18 de fevereiro, às 10h45, com transmissão ao vivo pelas emissoras católicas de rádio e televisão.  O tema “Fraternidade: Igreja e sociedade” e o lema “Eu vim para servir” abordam a relação entre a Igreja e a sociedade à luz da fé cristã e dos documentos do Concílio Vaticano II. 
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, o tema é bastante aberto e provoca uma “debate sobre a participação e atuação dos cristãos na vida social”.
O objetivo almejado pela CF 2015 é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.
A Campanha também quer fazer memória ao caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, para identificar e compreender os principais desafios da atualidade; apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da Doutrina Social da Igreja; apontar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral; aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.
Além disso, a Campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a Boa Nova a cada pessoa, cada família; atuar profeticamente, com base na evangélica opção preferencial pelos pobres, para um desenvolvimento integral da pessoa e a construção de uma sociedade justa e solidária.
Documentos que inspiraram a CF
A CF 2015 parte de dois pressupostos fundamentais para a vida cristã, também centrais no Concílio Vaticano II: a auto-compreensão da própria Igreja; e as implicações da fé cristã para o convívio social e para a presença da Igreja no mundo. O papa Paulo VI havia expressado isso em duas perguntas feitas na abertura da segunda sessão do Concílio: Igreja, que dizes de ti mesma? Igreja, dizei qual é a tua missão?
A proposta desta edição é baseada nas reflexões sugeridas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.
Conforme dom Leonardo, os presidentes das comissões pastorais da CNBB acharam muito importante ter uma campanha que abordasse esses dois documentos para estabelecer, portanto, uma reflexão entre a sociedade e a Igreja. “Essa Campanha procura lembrar que a Igreja está a serviço das pessoas, ela não quer privilégios. Até porque a Igreja é mais do que uma estrutura, ela é cada cristão, cada batizado, que está inserido na sociedade por meio do trabalho, das instituições e diversas ações. Queremos refletir essa presença da Igreja na sociedade”, destaca o bispo.
O documento conciliar Lumen Gentium (A luz dos povos) revela a auto-compreensão da Igreja, formada por todos os que aderem a Cristo pela fé no Evangelho e pelo batismo. Assim, mais do que uma instituição juridicamente estruturada, a Igreja é um imenso “povo de Deus”, presente entre os povos e nações de todo o mundo, não se sobrepondo, mas inserindo-se neles. 
A partir dessa visão, a Igreja passa a superar uma das grandes questões assumidas pelo Concílio, a visão dicotômica Igreja-mundo. Isto se desdobra no esforço da Igreja para abrir-se ao diálogo com o mundo; de estabelecer uma relação com as realidades humanas; acolher o novo e o bem; partilhar as próprias convicções; contribuindo para o bem comum e colocando-se a serviço do mundo.
Essa nova postura é expressa na Constituição Pastoral Gaudium et Spes (A alegria e a esperança), aprovada e promulgada em 1965, por Paulo VI, às vésperas do encerramento do Concílio. Neste texto aparece a visão cristã sobre o mundo e o homem, sua dignidade, existência e vocação, e ainda reflete sobre a comunidade humana e as relações sociais, o sentido do trabalho e da cultura e sobre a participação da Igreja enquanto povo de Deus inserido na sociedade, na promoção do bem de toda a comunidade humana.
Em seus pronunciamentos, o papa Francisco recorda sobre a importância da Igreja estar a serviço de seu povo. Fala de uma Igreja em saída, comunidade samaritana, e afirma que a Igreja não pode se omitir, nem abster de dar sua contribuição para a reta ordem ética, social, econômica e política da sociedade.
A Campanha da Fraternidade retoma então essas reflexões do Concílio, para propô-las novamente, no contexto brasileiro, durante o ano de 2015, especialmente no período quaresmal de preparação para a Páscoa.
Abertura
Em âmbito nacional, a cerimônia de abertura da CF 2015 ocorrerá na próxima quarta-feira, 18. Será transmitida ao vivo, diretamente da sede da CNBB, em Brasília, pelas emissoras católicas de rádio e televisão.  O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, presidirá o evento. Estarão presentes representantes do governo e de entidades da sociedade civil. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias de Sousa; o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho; e a secretária executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), pastora Romi Márcia Bencke, confirmaram presença.

Fonte; http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/noticias/15871-a-igreja-esta-a-servico-das-pessoas-afirma-dom-leonardo-sobre-a-relacao-entre-igreja-e-sociedade-tema-da-campanha-da-fraternidade-2015
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Paróquia de São José (Una/BA) realiza Assembleia Paroquial



No dia 07 de fevereiro realizou-se a assembleia paroquial da Paróquia São José Una/Ba). Agentes de pastorais, grupos e movimentos juntamente com o Pe. Gilvan Oliveira se reuniram para planejar o trabalho pastoral do ano de 2015.
A assembleia teve início com a Celebração Eucarística em louvor ao Sagrado Coração de Jesus (Primeira Sexta-feira do mês). Logo após os participantes receberam o material para auxiliar os trabalhos e o Padre Gilvan falou brevemente sobre a importância do Planejamento a nível mundial, Nacional, Diocesano e Local, enfatizando as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil para o período de 2011 a 2015.
Dando continuidade Tássio Rios coordenou os trabalhos de elaboração do Calendário Pastoral para o exercício de 2015, dentre as ações citadas destacamos a realização do ECC - 1° Etapa, Forró Cristão, Semana da Família, Encontros de Formação e Evangelização.
Antes de encerra a Assembleia o Padre Gilvan anunciou Eliude Reis como a nova coordenadora de Pastoral e como responsável pela organização do COMIPA – Conselho Missionário Paroquial.














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Papa Francisco Culturas femininas Papa destaca papel da mulher na Igreja e na sociedade


papafrancisco

Francisco falou da necessidade de estudar critérios para que as mulheres não se sintam hóspedes, e sim participantes da vida social e eclesial
Da Redação, com Rádio Vaticano

O papel da mulher na Igreja e na sociedade foi o foco do Papa Francisco na manhã deste sábado, 7, quando recebeu em audiência os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho da Cultura. O órgão concluiu hoje os trabalhos sobre o tema “As culturas femininas: igualdade e diferença”.
Para Francisco, trata-se de um tema que lhe interessa particularmente, como reiterado inúmeras vezes, pois segundo ele é necessário estudar critérios e modalidades novas para que as mulheres não se sintam hóspedes, mas plenamente partícipes dos vários âmbitos da vida social e eclesial. “A Igreja é mulher. É a Igreja, não o Igreja”, ressaltou.

Superadas as fases da “subordinação social” e da “igualdade absoluta”, analisou o Pontífice, configurou-se agora um novo paradigma, o da reciprocidade na equivalência e na diferença. Isto é, a relação homem-mulher deveria reconhecer que ambos são necessários enquanto possuem uma idêntica natureza, mas com modalidades próprias.
Agressão
No âmbito desta reciprocidade, Francisco destacou como, infelizmente, o corpo feminino – símbolo de vida – é agredido e deturpado inclusive pelos companheiros de vida.
“As tantas formas de escravidão, de mercantilização, de mutilação do corpo das mulheres nos comprometem, portanto, a trabalhar para derrotar esta forma de degradação que o reduz a um puro objeto de venda nos vários mercados. Desejo chamar à atenção, neste contexto, à dolorosa situação de tantas mulheres pobres, obrigadas a viver em condições de perigo, de exploração, relegadas às margens das sociedades e vítimas de uma cultura do descartável.”
Mulher na Igreja
Quanto ao papel da mulher na Igreja, o Papa se diz convicto da urgência de oferecer espaços às mulheres, levando em consideração as específicas e diversificadas sensibilidades culturais e sociais.
“É desejável, portanto, uma presença feminina mais ramificada e incisiva nas comunidades, de modo que possamos ver muitas mulheres envolvidas nas responsabilidades pastorais, no acompanhamento de pessoas, famílias e grupos, assim como na reflexão teológica.”
Por fim, Francisco encorajou ainda a presença eficaz das mulheres na esfera pública, no mundo do trabalho e nos locais onde são adotadas as decisões mais importantes. “Todas as instituições, inclusive a comunidade eclesial, são chamadas a garantir a liberdade de escolha para as mulheres, para que tenham a possibilidade de assumir responsabilidades sociais e eclesiais, num modo harmônico com a vida familiar.”

Fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-destaca-papel-da-mulher-na-igreja-e-na-sociedade/
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Festa do Senhor do Bomfim - Outeiro - Una/BA


No dia 31 de janeiro a Comunidade de Outeiro (Una/Ba) celebrou a Festa de Senhor do Bomfim com a Missa Eucarística e logo em seguida a procissão pelas ruas do distrito. Estiveram presentes na celebração presidida pelo Padre Gilvan Oliveira o Vice-prefeito Nildo Som, o Veredor Macha-Macha e o jovem Tiago Birschner, além da comunidade local e diversos visitantes.




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Angelus: Autoridade findada na verdade e na vontade

altAo meio-dia deste domingo, o Papa Francisco assomou à janela do palácio apostólico para o habitual encontro dominical com milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro para a oração do Angelus.
Tomando todos de surpresa, o Santo Padre anunciou sua viagem a Sarajevo. Na alocução que precedeu a oração mariana, o chamado a todos os cristãos a serem “ouvintes” e “anunciadores” da Palavra de Deus.
“Sábado, 6 de junho, se Deus quiser, irei a Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegóvina”, disse o Papa.
“Desde já, peço a vocês que rezem a fim de que a minha visita àquelas queridas populações seja de encorajamento para os fiéis católicos, suscite fermentos de bem e contribua para a consolidação da fraternidade e da paz.”
O anúncio foi feito logo após a recitação do Angelus. Será a 11ª viagem do Papa Francisco, em dois anos de Pontificado, a terceira deste ano, após Sri Lanka e Filipinas em janeiro passado, e Nápoles prevista para 21 de março.
A seguir, o Santo Padre irá a Turim, em 21 de junho, por ocasião da Exposição do Santo Sudário, e aos EUA para o VIII Encontro Mundial das Famílias, programado para realizar-se em Filadélfia, de 22 a 27 de setembro.
Na alocução, comentando o Evangelho do dia, Francisco ressaltou o primado da Palavra de Deus, “a ser ouvida, acolhida e anunciada”. Como narra o evangelista São Marcos, tendo entrado em Cafarnaum – a maior cidade da Galileia –, Jesus, com a sua pequena comunidade, não hesita a ir imediatamente à sinagoga.
“Jesus não deixa para depois o anúncio do Evangelho, não pensa primeiro na acomodação logística, certamente necessária, de sua pequena comunidade, não perde tempo na organização.”
Portanto, “a sua preocupação principal” é “comunicar a Palavra de Deus, com a força do Espírito Santo”, observou o Pontífice. “E o povo na sinagoga fica espantado, porque Jesus ‘ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas’.” “Mas o que significa ‘com autoridade’?”, perguntou Francisco.
“Significa que nas palavras humanas de Jesus se sentia toda a força da Palavra de Deus, se sentia a própria autoridade de Deus, inspirador das Sagradas Escrituras.”
E uma das características da Palavra de Deus, observou o Papa, é que realiza aquilo que diz.
“Porque a Palavra de Deus corresponde à sua vontade. Nós, ao invés, muitas vezes pronunciamos palavras vazias, sem raiz, ou palavras supérfluas, palavras que não correspondem à verdade. Ao invés, a Palavra de Deus corresponde à verdade, está unida à sua vontade e faz aquilo que diz.”
De fato, observou Francisco, após ter pregado, demonstrou sua autoridade libertando um homem, presente na sinagoga, possuído pelo demônio.
“O Evangelho é Palavra de vida: não oprime as pessoas, pelo contrário, liberta aqueles que são escravos de tantos espíritos malvados deste mundo: a vaidade, o apego ao dinheiro, o orgulho, a sensualidade... O Evangelho muda o coração, muda a vida, transforma as inclinações ao mal em propósitos de bem."
Antes de despedir-se, o Papa pediu que não se esquecessem: “Leiam uma passagem do Evangelho todos os dias. É a força que nos transforma, transforma a vida, muda o coração”. E exortou todos os cristãos a se tornarem missionários e arautos da Palavra de Deus.
Por fim, pediu à Virgem Maria que nos ensine “a sermos ouvintes assíduos e anunciadores críveis do Evangelho de Jesus”.
O Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção apostólica. 
Fonte: Rádio Vaticano

Fonte: http://www.rccbrasil.org.br/espiritualidade-e-formacao/index.php/artigos/1365-angelus-autoridade-findada-na-verdade-e-na-vontade
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