• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Investidura de Caique Pablo - 15.03

Aconteceu no dia 15.03 no Santuário Arquidiocesano de São Sebastião, no barrio da Tijuca (http://igrejadoscapuchinhos.org.br/historia/ ), a investidura de diversos seminaristas, dentre eles Caique Pablo, da Paróquia de São José, (Una/BA), Diocese de Itaabuna. A missa foi celebrada pelo bispo auxiliar do Rio de Janeiro Dom Edson de Castro Homem. Após a missa, houve uma recepção no Seminário Arquidiocesano de São José. Foram investidos 28 seminaristas, sendo que 24 são do seminário maior, portanto receberam a batina e 4 do seminário menor que receberam túnica. 

Parabéns ao nosso amigo Caique Pablo!
Pastoral da Comunicação - PASCOM

















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A importância do Domingo de Ramos


A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.
Domingo de Ramos
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus.
Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. E nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai. A Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus: Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos causados pelas mãos do soldados na casa de Anãs, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, Seu diálogo com o bom ladrão, Sua morte e sepultura.
A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade há nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse Domingo de Ramos! O Mestre nos ensina, com fatos e exemplos, que o Reino d’Ele, de fato, não é deste mundo. Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas veio para derrubar um inimigo muito pior e invisível: o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la. A muitos o Senhor Jesus decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre.
Muitos pensam: “Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador merece a cruz por nos ter iludido”. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado. O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja e, consequentemente, a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus, que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, “a ditadura do relativismo”. O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao mundo para salvar este mundo.

Felipe Aquino

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/quaresma/a-importancia-do-domingo-de-ramos/
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Domingo de Ramos é celebrado com missa e procissão em Una/BA


Padre Gilvan caminhou com católicos pelas ruas da cidade. Celebração marca o início da Semana Santa.

Católicos participaram neste domingo (29) da missa de Ramos, que abre as celebrações da Semana Santa. Em Una, a solenidade na Igreja Matriz de São José foi presidida pelo Padre Gilvan Oliveira. O Domingo de Ramos marca a entrada de Jesus em Jerusalém, início de seu processo de entrega total para a salvação da humanidade.

Após o início da celebração na Igreja, os fiéis participaram de procissão pelas ruas da cidade, retornando para a Igreja onde Padre Gilvan encerrou a celebração. A missa de Ramos é o ponto de início da Semana Santa, que culminará na ressurreição de Jesus no Domingo de Páscoa (5).




















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Programação Semana Santa - Una/BA



Domingo de Ramos - 29.03
18:30 - Procissão de Ramos

Quarta-Feira - 01.04
18:30 - celebração Penitencial com as mulheres
19:30 - celebração Penitencial com as homens

Quinta-Feira - 02.04
09:00 - Santa Missa da Unidade e dos Santos Óleos - Catedral de são José - Itabuna
19:00 - Santa Missa de Lava-Pés e da Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio Ministerial

Sexta-Feira - 03.04
17:00 - Celebração da Paixão do Senhor
18:00 - Via Sacra pelas ruas da cidade

Sábado Santo - 04.04
20:00 - Benção do Fogo Novo (em frente a Prefeitura de Una)
20:15 - Celebração da Vigília Pascal

Domingo da Ressureição - 05.04
19:00 - Solene Celebração da Eucaristia de Páscoa do Senhor

Sejam todos bem vindos!
Pastoral da Comunicação
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Festa de Acies 2015 - Una/Ba



Dia 22 de Março de 2015, os Legionários da Paróquia de São José (Una/BA) se reuniram na Igreja Matriz para a Festa de Acies, na qual teve o Padre Gilvan Oliveira como palestrante.
Os legionários tem o dever de reunir de tempos em tempos a fim de se conhecerem mutuamente e fortalecerem entre si o espírito de união. Dada à importância da devoção à Santíssima Virgem dentro da Legião, os legionários se consagrarão, todos os anos individual e coletivamente a Nossa Senhora, no dia 25 de março, ou numa data mais próxima, numa cerimônia que tem o nome de ACIES.
Esta palavra latina, que significa um exército em ordem de batalha, designa, com razão, a cerimônia em que os legionários, como um só corpo, se reúnem para renovar a sua fidelidade a Maria, Rainha da Legião, e dela receber a força e a bênção para um novo ano de combate contra o exército do mal. Contrasta, além disso, com Praisidium, que apresenta a Legião, não em formação de combate, mas espalhada em várias seções, ocupadas cada qual no seu próprio trabalho.
A Acies é a grande solenidade do ano, a festa central da Legião. A ideia central, sobre a qual tudo na Legião se sustenta, é o trabalho em união e sob a dependência de Maria, sua Rainha. A Acies é a solene declaração desta união e dependência, a renovação - individual e coletiva - do compromisso de fidelidade da Legião. 









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Entenda a crise hídrica no Brasil do ponto de vista técnico

A atual crise hídrica brasileira é a pior dos últimos tempos. Especialista em conservação de água doce traz uma análise do passado e dicas para o futuro hídrico do país
André Cunha
Da redação
albano_araújo_geólogo
Albano Araújo, atual coordenador da estratégia de conservação de água doce da The Nature Conservancy / Foto: TNC Brasil
O dia 22 de março, próximo domingo, é a data instituída pela Organização das Nações Unidas, desde 1992, para marcar o Dia Mundial da Água. Em todo o mundo, iniciativas ressaltam a importância deste recurso natural para a humanidade. No Brasil, o empenho é, sem dúvida, para conscientização acerca da economia de água.
O país enfrenta sérios problemas no armazenamento de recursos hídricos, o que, por sua vez, alarmou a todos nos últimos anos. É a maior crise da história do país, segundo o geólogo, Albano Araújo, atual coordenador da estratégia de conservação de água doce da The Nature Conservancy – Brasil.
Segundo o especialista, não há uma data que especifique seu início, porém, há mais de quinze anos, estudos já apontavam a necessidade de ampliação na capacidade de armazenamento, o alto volume no consumo de água e a necessidade de investimentos na redução da demanda.
Hoje, a crise está em nível 10 – numa escala de 0 a 10 que mede o nível de gravidade – em São Paulo, e 8 em outras capitais, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Para o geólogo Albano Araújo, que fez esta avaliação, o problema da água no país foi se agravando ao longo da história devido à alta no consumo, a diminuição das chuvas e a falta de planejamento por parte dos Governos.
Menos água, mais consumo
De acordo com Albano, registros apontam que nos últimos 50 anos o Brasil viveu uma significativa migração de famílias, do campo para a cidade.
O aumento da população urbana e, consequentemente, a elevação no consumo de água, foram fatores que, segundo o especialista, agravaram a crise. A diminuição das chuvas também foi prevista pelos estudiosos na época. Logo, como explica Albano, somou-se o aumento da população, seguido do uso deliberado de água, mais a baixa nas chuvas que, como um “gatilho”, disparou a crise hídrica no Brasil.
“A crise não é causada por um fenômeno só. A seca é um gatilho que dispara o processo; não é em si a única causa, porque se fosse assim, afetaria a Espanha, por exemplo, que tem sua média de chuvas igual à do nordeste do Brasil, e eles não estão em crise hídrica o tempo todo”, esclareceu.
Albano afirma que quando a seca atingiu o Brasil com intensidade, o sistema não estava pronto para aquela situação. Segundo ele, por trás da seca, existia um sistema despreparado para aquele nível de escassez e um consumo que cresceu sem o limite adequado. “Achava-se que a água não faltaria nunca, principalmente em regiões onde chove muito”, disse. “Foi uma espécie de tragédia anunciada”, completou.
Pela primeira vez, houve uma sequência de praticamente três anos de chuva abaixo da média em regiões onde, normalmente, chove bastante. “Onde não chove muito, como no nordeste, já se está acostumado. Mas no sudeste, tivemos três anos com chuvas abaixo da média. É realmente uma crise de grandes proporções”, afirmou Albano.
Mas, de quem é a culpa pela crise?
Para o geólogo, a culpa é do conjunto de fatores. “Vai desde os diversos Governos que não investiram, o comportamento do consumidor que desperdiça muita água e uma situação climática adversa. Sendo que esta última é a única que não se pode interferir. Não tem como fazer chover quando a gente quer. Mas todas as outras nós poderíamos ter tomado pé da situação com antecedência, porque os estudos já mostravam isso”.
Para ele, campanhas para reduzir o consumo já poderiam ter acontecido a 5 ou 10 anos; investimentos maiores para reduzir perdas na distribuição poderiam ter acontecido a mais tempo, e a preservação das nascentes dos reservatórios garantiria um volume maior de água.
“Mas não foi feito. Como sabemos, o custo político, de imagem, de falar em redução do consumo de água, racionamento, é muito alto. A gente entende que é complicado lidar com essa situação”, criticou.
O que fazer para amenizar a crise?
Existem duas percepções sobre a água: a de que ela não acaba nunca e a de que, por ser de baixo custo, pode-se utilizá-la sem limites. Para Albano, estas duas visões errôneas estão no cerne da crise e para mudá-las é necessário formar a consciência da população sobre a possibilidade de não haver mais água em algumas regiões.
Ele defende ainda um custo maior do produto, pois, segundo ele, se o preço da água mostrasse a sua importância, certamente não haveria crise hídrica.
“Nós pagamos pouco pela água e temos essa visão de que a água não acaba. Infelizmente, a crise ajuda um pouco a conscientizar sobre isso e a sobretaxa ajuda a pessoa a ver que não é só abrir a torneira e deixar a água ir embora. Na tarifa de água, seria importante que uma parte dela fosse para proteger a bacia de onde a água vem, e isso no Brasil não existe ainda”, destacou.
Por parte do poder público, o geólogo afirma que é necessário investimento urgente para reparar o que ainda não foi feito com relação ao armazenamento de água e se preparar para futuras crises hídricas no país.
“É preciso garantir que tenha água. Para isso, o Governo vai ter que preservar as bacias hidrográficas, proteger as nascentes e as margens dos rios que foram degradadas e ter que investir numa capacidade de armazenamento maior. Isso são trabalhos de preservação ambiental e obras de engenharia”.
Do outro lado, explicou, tem que reduzir a demanda com trabalhos de conscientização – com leis, incentivos para que se consuma menos água, tanto nas casas, como na indústria, na agricultura.
“Com isso se reduziria entre 30% a 40% o consumo de água que temos hoje, só com uso eficiente (captação da água de chuva, reuso de água e etc) Se fizéssemos isso em São Paulo, por exemplo, nós não precisaríamos do Sistema Cantareira. Isso não é fácil, eu sei, mas com uma política de conscientização, de incentivo, de apoio, talvez em dez anos chegaríamos a essa redução”, considerou.
Veja, no gráfico, o nível do Sistema Cantareira divulgado pela Sabesp na tarde desta quinta-feira, 19.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/entenda-a-crise-hidrica-no-brasil-do-ponto-de-vista-tecnico/
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Agradecimento - Novenário e Festa de São José - 2015




Agradecimentos pelo Novenário e Festa de São José 2015

Queridos irmãos,
Com alegria celebramos hoje o nosso Padroeiro. São José.
Foi uma festa muito bonita com enorme participação do povo e de nossas comunidades.
Tivemos uma novena bem participada com a presença de muitos devotos, e de vários sacerdotes que se somaram conosco nessa preparação.
É hora de Agradecer a Deus e a São José por tantas alegrias e bênçãos vividas nesses dias.
Quanta coisa bonita, vivenciamos! A novena, como já disse, o bolo de São José com a quermesse tão concorridos e participados. Sem esquecer os Pastéis.
Que Deus conceda a todos e todas muitas Graças por tamanha generosidade nesses dias.
Também é hora de agradecer o empenho de todos que se envolveram na liturgia, na acolhida, nas vendas de rifas, no leilão, no bingo, no livro ouro, ornamentação, limpeza, no palco, nas doações, na sonorização, na divulgação, nas barracas, na infraestrutura…. Enfim, todos que doaram seu tempo e alegria nessa grandiosa festa.
Não podemos esquecer nossos benfeitores que anonimamente contribuíram com generosas doações que nos proporcionaram várias realizações.
Não queremos esquecer ninguém. Portanto, cada um que colaborou com a nossa festa, seja através do trabalho como da ajuda financeira, doação ou da oração, merece um grande e sincero MUITO OBRIGADO.
É preciso, no entanto, mencionar alguns grupos de pessoas ou entidades.
Obrigado as pastorais, movimentos e grupos que conduziram e  preparam a Festa de São José 2015: CPP, Legião de Maria Juvenil e Adulto; Apostolado da Oração; Congregação Mariana; Movimento de Cursilho de Cristandade; Renovação Carismática Católica; Setor Juventude;
Sem esquecer a Pastoral Familiar; Pastoral do Batismo; Pastoral da Comunicação; Pastoral da Música Litúrgica; Pastoral da Catequese; Pastoral da Criança; Casa da Criança Menino Jesus; Sociedade São Vicente de Paulo; Pastoral do Dízimo;
Ufa! Não são poucas! Ainda temos os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, Coroinhas e cerimonialistas, aos artistas que se apresentaram nas quermesses...
Obrigado a Equipe de Infraestrutura, que em nome de Adelson agradecemos.
Obrigado à Prefeitura Municipal de Una, por meio da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente, pela parceria colocando em nossa quermesse uma barraca de artesanato do Projeto da Economia Criativa e da Associação dos Marisqueiros e Pescadores de Pedras.
Obrigado a Câmara de Vereadores na pessoa de Ailton, presidente da Câmara.
Obrigado à Secretaria de Educação e Cultura, por meio do Departamento de Cultura, que abrilhantou a noite dedicada às crianças.
Obrigado à Guarda municipal, militar e civil pelo brilhante trabalho desempenhado.
Obrigado de modo especial por todos que lutaram para que A FESTA DE SÃO JOSÉ 2015 pudesse se realizar: Obrigado por terem acreditado nessa proposta evangelizadora. A Espiritualidade Cristã na Família foi o tema da nossa festa.
Os empecilhos enfrentados para que a NOSSA FESTA pudesse trazer sua mensagem e as críticas que foram feitas durante o evento são apenas um sinal de que o inferno não ficou satisfeito com esse gesto de coragem.
Obrigado, Armando de Jesus, conhecido como nego canhão, por ter colaborado com a doação de um garrote para o bingo!
Obrigado a José Celestrini, conhecido como Birataia, que fez a doação de um carneiro para o leilão.
Obrigado aos Comerciantes pela contribuição que nos foi dada.
Aos fazendeiros, pousadas e hotéis, funcionários do Banco do Brasil. Aos funcionários da CEPLAC, Fórum Ministro Eduardo Spínola, e Funcionários Públicos em Geral.
Obrigado Paulo (Coma Pão) que doou os fogos de artifício.
Obrigado aos que doaram de todas as formas, nas barracas e festivais de todas as noites.
Obrigado aos Blogs: Atitude em Una, Una News, Una Costa do Cacau, Una na Mídia, a Voz do Povo, na pessoa de Leobaldo, a Erlan pelo apoio na divulgação, e a Pastoral da Comunicação de nossa Paróquia que fez a cobertura do novenário e festa de São José.
Obrigado ao Padre Gilvan Oliveira, nosso pároco pelos conselhos, puxões de orelhas e incentivos! O resultado está aí! Juntos, vencemos!
Obrigado a Nildo, por ter nos disponibilizado o SOM.
Obrigado, enfim, pela belíssima manifestação de apreço e carinho de todas as pessoas da Matriz de São José pela colaboração, força e desempenho.
Obrigado a todos os pregadores que esteve deixando a mensagem de Cristo a toda a nossa comunidade, em especial ao Padre Ezequias pregador da celebração e aos padres concelebrantes: Padre Manoel e Padre Gilvan.
Se esquecermos de alguém, perdoem nossa pobre memória. Sintam-se todos abraçados. Queremos agradecer a TODAS AS PESSOAS que nos ajudaram materialmente, espiritualmente e com seu trabalho voluntário. Que São José abençoe a todos e nos conceda dias de paz e prosperidade!
Agora partimos para outro desafio, muito grande e ousado: a construção do Centro Catequético. Muita coisa vem pela frente, muitas necessidades a serem cobertas para que possamos dar a nossa tão querida igreja de São José um novo espaço de evangelização. Esperamos igualmente contar com todos aqueles que se dispuser a ajudar. Toda colaboração será muito bem vinda.
Que Deus, por intercessão, de São José abençoe a todos.

Padre Gilvan e o Conselho de Pastoral Paroquial!
Obrigado!
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Encerramento da Festa de São José 2015

Desde o último dia 10, A Matriz de São José (Una/BA) esteve em festa saudando o padroeiro São José com uma vasta programação religiosa.

Em tempos em que a violência, a corrupção e a injustiça são realidades bem presentes na vida de muitos, onde o despertar para a vivência de valores humanos e Divinos é fundamental, a festa de São José 2015 abordou a temática “A Espiritualidade Cristã na Família”.

Foram 10 dias de muita celebração em que o povo de Deus participou com muita animação e devoção da programação religiosa que chegou ao fim nesta quinta-feira (19), com uma grande procissão pelas principais ruas da cidade, onde fiéis testemunharam sua fé e devoção.

Antes da procissão, o Padre Ezequias, da Paróquia de Itajú do Colônia, Diocese de Itabuna,  presidiu a Santa Missa em frente a paróquia de São José, onde com muita animação os fiéis renovaram seus  agradecimentos e suas preces ao padroeiro. A celebração Eucarística foi concelebrada pelo Padre Manoel da cidade de Porto Seguro, Diocese de Eunápolis e Pelo Padre Gilvan Oliveira, nosso Pároco.








































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