Católicos da Paróquia de São José (Una/BA) participam da missa de Pentecostes, importante celebração da Igreja Católica



A Paróquia de São José (Una/BA) celebrou neste ultimo domingo (24.05) a Missa de Pentecostes. A Celebração Eucarística foi presidida pelo Padre Gilvan Oliveira.

Pentecostes simboliza o 50° dia depois da Páscoa. É a solenidade da vinda do Espírito Santo. Junto com Natal e Páscoa, forma o tripé mais importante do Ano Litúrgico. O vermelho domina essa solenidade, associado ao fogo, símbolo do amor - Espírito Santo é chamado de  "Espírito do amor. Antes de ser uma festa dos cristãos, Pentecostes foi festa dos judeus e antes de se chamar assim, tinha outros nomes, e era uma festa agrícola. Em Êxodo 23,14-17 é chamada de festa da Colheita, a festa dos primeiros feixes de trigo colhidos. Em Êxodo 34,22 é chamada de festa das Semanas. Por que "festa das semanas"? A explicação é dada pelo Levítico (23,15-21): calculavam-se 7 semanas a partir do inicio da colheita do trigo. 7 semanas = 49 dias.
















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Paróquia de São José (Una/BA) realiza vigília de Pentecostes



Seguindo o exemplo dos apóstolos reunidos no cenáculo no dia de pentecostes, a Paróquia de São José (Una/BA) realizou no dia 23 de maio na Igreja Matriz, a vigília de Pentecostes, clamando que o Espírito Santo venha sobre toda a Igreja.
Louvor, pregações, adoração ao Santíssimo, apresentação de jogral, tudo isso fez parte da vigília. Todas as pastorais, grupos e movimentos, se fizeram presentes para adorar e louvar o nosso Deus, das 18h às 0:00.
No primeiro Pentecostes depois da Morte de Jesus, cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (cf. At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino de Deus.
“Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.” (Mt 25, 13).






























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Solenidade da Ascensão do Senhor - 17.05

Depois de quarenta dias após a solenidade da Páscoa, temos a graça de celebrar a Solenidade da Ascensão do Senhor. A Igreja convida-nos a ter os olhos postos no Céu, a Pátria definitiva a que o Senhor nos chama.

 A Solenidade da Ascensão de Jesus que celebrada no último domingo (17.05) sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projeto libertador de Deus para os homens e para o mundo.
No Evangelho, Jesus ressuscitado aparece aos discípulos, ajuda-os a vencer a desilusão e o comodismo e envia-os em missão, como testemunhas do projeto de salvação de Deus. De junto do Pai, Jesus continuará a acompanhar os discípulos e, através deles, a oferecer aos homens a vida nova e definitiva.
Na primeira leitura, repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projeto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus - a mesma vida que espera todos os que percorrem o mesmo "caminho" que Jesus percorreu. Quanto aos discípulos: eles não podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante; mas têm de ir para o meio dos homens continuar o projeto de Jesus.
A segunda leitura convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro dessa "esperança" de mãos dadas com os irmãos - membros do mesmo "corpo" - e em comunhão com Cristo, a "cabeça" desse "corpo". Cristo reside no seu "corpo" que é a Igreja; e é nela que se torna hoje presente no meio dos homens.











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