• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Católicos festejam São Pedro e São Paulo no dia 28.06.2015

São Pedro, o primeiro Papa da Igreja Católica, e São Paulo, considerado o maior missionário da Bíblia, são lembrados na missa do dia 28 de junho do corrente ano. Para isso a Pastoral do Batismo preparou diversas dinâmicas para lembrar a importância destes homens para a propagação da Palavra de Deus.
Ao final da missa a Pastoral do Batismo por meio de uma mensagem lembrou que dia 27 de junho de 2010, foi empossado como Administrador Paroquial da Paróquia de São José no município de Una, o Padre Gilvan Souza de Oliveira, comemorando 05 anos de proclamação da Palavra de Deus aos católicos unenses.
Obrigado Padre Gilvan.











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Em catequese, papa Francisco diz ser preciso curar as feridas na família


Na catequese da quarta-feira, 24 de junho, o papa Francisco prosseguiu sobre as reflexões “sobre as feridas que se abrem justamente dentro da convivência familiar”. O pontífice recordou da unidade necessária para que  o matrimônio gere bons frutos, como o cuidado na criação dos filhos no amor. “Na família, tudo é interligado: quando a sua alma é ferida em qualquer ponto, a infecção contagia todos”, disse Francisco.
Ao final da mensagem lembrou: “Não faltam, graças a Deus, aqueles que, apoiados pela fé e pelo amor pelos filhos, testemunham a sua fidelidade a um laço no qual acreditaram, por mais que pareça impossível fazê-lo reviver”.
Confira a íntegra da catequese:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Nas últimas catequeses falei da família que vive as fragilidades da condição humana, a pobreza, a doença, a morte. Hoje, em vez disso, refletimos sobre as feridas que se abrem justamente dentro da convivência familiar. Quando, isso é, na própria família se faz mal. A pior coisa!
Sabemos bem que em nenhuma história familiar faltam os momentos em que a intimidade dos afetos mais queridos é ofendida pelo comportamento dos seus membros. Palavras e ações (e omissões!) que, em vez de exprimir amor, corroem-no ou, pior, mortificam-no. Quando estas feridas, que ainda são remediáveis, são negligenciadas, elas se agravam: transformam-se em prepotência, hostilidade, desprezo. E naquele ponto podem se tornar lacerações profundas, que dividem marido e mulher e induzem a procurar compreensão, apoio e consolação em outro lugar. Mas muitas vezes esses “apoios” não pensam no bem da família!
O esvaziamento do amor conjugal difunde ressentimento nas relações. E muitas vezes a desagregação recai sobre os filhos.
Bem, os filhos. Gostaria de me concentrar um pouco sobre este ponto. Apesar da nossa sensibilidade aparentemente evoluída, e todas as nossas refinadas análises psicológicas, pergunto-me se nós não estamos anestesiados também a respeito das feridas da alma das crianças. Quanto mais se procura compensar com presentes e lanches, mais se perde o sentido das feridas – mais dolorosas e profundas – da alma. Falamos muito de distúrbios comportamentais, de saúde psíquica, de bem-estar da criança, de ansiedade de pais e filhos… Mas sabemos ainda o que é uma ferida da alma?
Sentimos o peso da montanha que esmaga a alma de uma criança, nas famílias em que se trata mal e se fala mal, até o ponto de despedaçar o laço da fidelidade conjugal? Que peso há nas nossas escolhas – escolhas erradas, por exemplo – quanto peso tem a alma das crianças? Quando os adultos perdem a cabeça, quando cada um pensa apenas em si mesmo, quando o pai e a mãe se agridem, a alma dos filhos sofre imensamente, prova um desespero. E são feridas que deixam a marca para toda a vida.
Na família, tudo é interligado: quando a sua alma é ferida em qualquer ponto, a infecção contagia todos. E quando um homem e uma mulher, que se empenharam em ser “uma só carne” e em formar uma família, pensam obsessivamente nas próprias exigências de liberdade e de gratificação, esta distorção afeta profundamente o coração e a vida dos filhos. Tantas vezes as crianças se escondem para chorar sozinhas… Devemos entender bem isso. Marido e mulher são uma só carne. Mas suas criaturas são carne de sua carne. Se pensamos na dureza com que Jesus adverte os adultos a não escandalizar os pequenos – ouvimos na passagem do Evangelho (cfr Mt 18,6) – , podemos compreender melhor também a sua palavra sobre a grave responsabilidade de proteger o laço conjugal que dá início à família humana (cfr Mt 19, 6-9). Quando o homem e a mulher se tornam uma só carne, todas as feridas e todos os abandonos do pai e da mãe incidem na carne viva dos filhos.
É verdade, por outro lado, que há casos em que a separação é inevitável. Às vezes pode se tornar até mesmo moralmente necessária, quando se trata de salvar o cônjuge mais frágil, ou os filhos pequenos, de feridas mais graves causadas pela prepotência e pela violência, das humilhações e da exploração, da indiferença.
Não faltam, graças a Deus, aqueles que, apoiados pela fé e pelo amor pelos filhos, testemunham a sua fidelidade a um laço no qual acreditaram, por mais que pareça impossível fazê-lo reviver. Não todos os separados, porém, sentem esta vocação. Nem todos reconhecem, na solidão, um apelo do Senhor dirigido a eles. Em torno de nós encontramos diversas famílias em situações consideradas irregulares – não gosto dessa palavra – e nos colocamos muitas interrogações. Como ajudá-las? Como acompanhá-las? Como acompanhá-las para que as crianças não se tornem reféns do pai ou da mãe?
Peçamos ao Senhor uma fé grande, para olhar a realidade com o olhar de Deus; e uma grande caridade, para abordar as pessoas com o seu coração misericordioso.
Fonte: Boletim da Santa Sé - Tradução: Jéssica Marçal - Canção Nova 
Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/16774-em-catequese-papa-francisco-das-feridas-na-familia
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A exemplo de Pedro e Paulo, anunciemos o Evangelho de Cristo

A exemplo de Pedro e Paulo, anunciemos o Evangelho de Cristo. Duas colunas da Igreja, duas direções por onde a Igreja deve caminhar para trilhar um único e mesmo caminho: Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
“Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la” (Mateus 16, 18).

A Igreja nos dá a alegria de celebrarmos de uma só vez os dois apóstolos São Pedro e São Paulo: duas colunas da Igreja, duas direções por onde a Igreja deve caminhar para trilhar um único e mesmo caminho: Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Paulo se converteu mais tarde à fé cristã. Antes disso ele era um ardoroso perseguidor daqueles que eram discípulos do caminho, daqueles que caminhavam na trilha de Cristo Jesus. Paulo foi alcançado por Jesus e uma vez que o Senhor alcançou seu coração, este se entregou de forma incansável a este ministério, de modo a se tornar o maior dos apóstolos ao lado de Pedro.
Paulo, o missionário, o homem da Palavra, o homem da eficácia evangélica. Precisamos aprender com esse apóstolo a não nos cansarmos de evangelizar. É como se ele mesmo dissesse: “Ai de mim se não evangelizar!”. É alguém que foi tocado de forma tão ardorosa pela graça divina que não encontra o sossego dentro de si enquanto não levar essa chama acessa a todos os cantos. Por isso, Paulo atravessa o Mediterrâneo, funda comunidades e igrejas e leva o ardor apostólico ao coração de tantos outros.
Nós hoje pedimos a intercessão de Paulo junto a Deus pelo espírito missionário, que conduz a Igreja de Cristo a levar a Palavra de Deus a todos os cantos da Terra. Pedimos a intercessão de Paulo junto a Deus por aqueles que estão em terras longínquas, distantes e sofrem para anunciar o Evangelho. Pedimos a intercessão dele pela Igreja perseguida, marginalizada, que sofre a pobreza extrema na África, que sofre por não ser aceita no Oriente Médio e em muitos países de cultura não cristã. Que a  Igreja destemida olhe para Paulo e encontre nele um exemplo da pregação evangélica!
A outra coluna da Igreja é o apóstolo Pedro, aquele que professa a sua fé em Jesus dizendo: “Tu és o Cristo! O Filho do Deus vivo”, sobre o qual está edificada a unidade da Igreja. A figura de Pedro é fundamental para que se compreenda que há uma só fé, um só batismo, um só Cristo e Senhor de todos! Pedro não quer dizer descentralização, mas quer dizer unidade. Pedro não quer dizer que somos todos iguais, mas sim que a diversidade congrega na unidade a figura daquele a quem o Senhor constituiu como pedra da sua Igreja.
Quando falamos de Pedro, nós nos lembramos da pedra, coluna principal para a qual todas as outras convergem. E olhemos hoje para o Pedro de nossos dias: o Papa Francisco, ardoroso apóstolo da Palavra de Deus, incansável no seu amor aos pobres, ardoroso no espírito missionário que renova a Igreja.
Pedimos a intercessão do apóstolo Pedro junto a Deus para que ele peça luz, força, coragem e entusiasmo ao nosso querido Santo Padre, o Papa, para que continue sendo um sinal visível da unidade da Igreja de Cristo. E que essa Igreja cresça, se fortifique e leve a todos os cantos da Terra a mensagem do Evangelho!
Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

Fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/a-exemplo-de-pedro-e-paulo-anunciemos-o-evangelho-de-cristo/
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Nova Encíclica do papa Francisco pede conversão ecológica


O Vaticano divulgou na manhã de hoje, 18, a nova Encíclica do papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum”. O texto trata da ecologia humana e o clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice.  Além disso, são apontadas as problemáticas e desafios de preservação e prevenção, como também aspectos da proteção à criação e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez.  
Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. Em 2013, no início do pontificado do papa Francisco, o primeiro documento publicado foi "Lumen Fidei", que já tinha sido iniciado pelo papa emérito Bento XVI.
Em consonância com a encíclica do papa, em 2016, a Campanha da Fraternidade Ecumênica da CNBB terá como tema “Casa comum, nossa responsabilidade”. A atividade será coordenada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
Conversão ecológica
Ao final da Audiência Geral da quarta-feira, 17, o papa Francisco disse que a Terra tem sido maltratada e saqueada. “Esta nossa ‘casa’ está sendo arruinada e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: 'cultivar e preservar' o 'jardim' em que ele o colocou. Convido todos a acolher com ânimo aberto este Documento, que está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja”, exortou Francisco.
O papa explicou que o nome da Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.
A nova Encíclica é composta por seis capítulos, são eles: “O que está a acontecer à nossa casa”, “O Evangelho da criação”, “A raiz humana da crise ecológica”, “Uma ecologia integral”, “Algumas linhas de orientação e ação” e “Educação e espiritualidade ecológicas”.
Ao longo do texto, o papa convida a ouvir os gemidos da criação, exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”.
“Deus, que nos chama a uma generosa entrega e a oferecer-Lhe tudo, também nos dá as forças e a luz de que necessitamos para prosseguir. No coração deste mundo, permanece presente o Senhor da vida que tanto nos ama. Não nos abandona, não nos deixa sozinhos, porque Se uniu definitivamente à nossa terra e o seu amor sempre nos leva a encontrar novos caminhos. Que Ele seja louvado!”, disse Francisco ao final da Encíclica.

fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/16727-nova-enciclica-do-papa-francisco-pede-conversao-ecologica
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Tríduo e Festa ao Sagrado Coração de Jesus



No período de 11.06 a 12.06 aconteceu em nossa Paróquia o Tríduo e a Festa do Sagrado Coração de Jesus, realizado pelo Apostolado de Oração de nossa comunidade. A devoção ao Coração de Jesus existe desde os primeiros tempos da Igreja, desde que se meditava no lado e no Coração aberto de Jesus, de onde saiu sangue e água. Desse Coração nasceu a Igreja e por esse Coração foram abertas as portas do Céu.


A devoção ao Sagrado Coração, de um modo visível, aparece em dois acontecimentos fortes do Evangelho: no gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23); e, na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34).
As 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus
Em um acontecimento, temos o consolo de Cristo pela dor na véspera de Sua morte. No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade. Esses dois exemplos do Evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus feito, em 1675, a Santa Margarida Maria Alacoque: “Eis este coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças. Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino amor sobre os que tributem essa divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”
O beato João Paulo II sempre cultivou essa devoção e sempre a incentivou a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, ele afirmou: “Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero, hoje, dirigir, juntamente convosco, o olhar dos nossos corações para o mistério desse coração. Ele falou-me desde a minha juventude. A cada ano, volto a esse mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja.”

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Encontro de Formação da Pastoral Familiar: Casos Especiais


A Pastoral Familiar da Forania Sul da Diocese de Itabuna realizou no último dia 07.06 o Encontro de Formação para Casos Especiais. O encontro foi coordenador pelo Casal Sinval e Darci, casal coordenador da Pastoral Familiar em nível de forania.
É relevante esclarecer que a população de atendimento do Setor Casos Especiais está diluída em toda a população de famílias que é objeto de atendimento da Pastoral Familiar. Praticamente toda família, ao menos em um ou outro momento, vive alguma forma de dificuldade que oportuniza o atendimento do Setor Casos Especiais.
Na “Familiaris consortio”, publicada em novembro de 1981, portanto já há mais de três décadas, o Papa João Paulo II enumerava quase três dezenas de situações que chamou de “casos difíceis”, que requerem um cuidado especial e que, na estrutura proposta para a Pastoral Familiar, representam desafios para o Setor Casos Especiais. Hoje, com as novas tecnologias e mudanças sociais e culturais, muitas outras situações especiais se somam àquelas exemplificadas na FC.







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Missa de Corpus Christi reúne fiéis na Paróquia de São José de Una/Ba



Para os católicos, quinta-feira (04.06) foi dia de Corpus Christi. Uma data que celebra a presença real de Jesus na hóstia e no vinho consagrado. Uma tradição instituída pelo papa Urbano IV que completa 751 anos. Naquela manhã, o Padre Gilvan Oliveira presidiu a celebração eucarística, na Igreja Matriz de São José.
Após a celebração, o Padre Gilvan conduziu a tradicional procissão com o Santíssimo Sacramento.



























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Missa da Santíssima Trindade e Coroação de Nossa Senhora- 31.05



No domingo do mês de maio (31) a Paróquia de São José de Una/BA celebrou em união com todo o mundo a Santíssima Trindade.
A Santíssima Trindade é um mistério de um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
Pai que é Deus, que é Amor: somente o Pai que ama respeita a liberdade de seu filho.
Filho que é Jesus Cristo: é o Deus visível que se fez homem, nascendo da Virgem Maria para cumprir a vontade de Deus de libertar os homens do pecado.
Jesus é Deus e as principais provas são:
a) O próprio Jesus diz-se Deus (Jo 10, 30 / 14, 7 e Lc 22, 67-70) .
b) Os milagres eram feitos pelo próprio Jesus, e não por meio de Jesus.
Espírito Santo que é o Amor do Pai e do Filho que nos é comunicado e transmitido. Segundo o CREDO, Jesus foi concebido pelo Poder do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria. Maria foi então convidada a conceber Jesus e a concepção de Jesus foi obra do poder do Divino Espírito Santo: "O Espírito virá sobre Ti..." A missão do Espírito Santo está sempre conjugada e ordenada à do Filho, ou seja, toda a vida de Jesus manifesta a vontade do Pai que por sua vez é manifestada pelo Espírito Santo.
Na oportunidade os fieis realizaram a coroação de Nossa Senhora. A Coroação de Nossa Senhora é uma solenidade que objetiva saudar, louvar e honrar a Virgem Maria, reconhecendo a Sua Maternidade Divina e sua Maternidade Espiritual da humanidade. Ela é Mãe da Igreja e portanto, é Nossa MÃE, constituída por NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, no derradeiro momento da sua vida , quando encerrou o seu Divino testamento e morreu numa Cruz, em Jerusalém.























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