• Padroeiro da Cidade de Una - 19.03

    São José era carpinteiro na Galiléia e marido da Virgem Maria, protetor da Sagrada Família.

  • Padroeira do Brasil

    O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir do decreto de Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

  • Campanha da Fraternidade 2019

    Tema: Fraternidade e Políticas Públicas Lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

  • Paróquia São José

    Una - Bahia.

  • Igreja Católica Apóstolica

    Fundada de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo e que tem o apóstolo Pedro como figura de destaque, pois foi através dele que a Igreja começou a ser edificada (Mateus 16:18)..

Carta MCC Brasil – Dezembro 2016 – 208ª



Carta MCC Brasil – Dezembro 2016 – 208ª
Ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o em faixas e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria”.
“O anjo então lhes disse: ‘Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor’.” (Lc 2, 7; 10-11).

 

Queridos leitores e leitoras, irmãos e irmãs: esteja com todos vocês a luz de Jesus, o “Cristo Senhor”!


1. Introdução. Nestes dias caminho vagarosamente por algumas ruas dessa gigantesca metrópole que é São Paulo: seja logo de manhã, dirigindo-me à Igreja paroquial para a missa diária; seja um pouco mais tarde, atravessando ruas e andando pelas calçadas, observo casas comerciais, bares, restaurantes, ouço músicas no mais alto volume e, na maioria dessas casas, vejo luminosos, letreiros, inscrições desejando ou sonorizando “Feliz Natal!”... Vejo em toda parte ridículas imitações de “obesos” papais-noéis vestidos de vermelho, montados em seus trenós puxados por renas, e árvores de natal cobertas de algodão, como a imitar uma espessa nevasca... tudo isso sem a mais longínqua referência à nossa cultura, aos nossos costumes e até ao nosso clima tropical...

Nos trens do metrô ou em outros tipos de transporte coletivo observo as pessoas – homens, mulheres e até algumas crianças – levando com esforço inúmeros pacotes, bolsas, sacolas com inscrições alusivas ao natal... São presentes e mais presentes, fruto das promoções motivadoras para o consumo desenfreado e para elevadas despesas... Aliás, tantas são as despesas que chegam a gerar descontrole nos gastos e sacrificar muitas famílias que se esquecem do essencial para investir no supérfluo! E haja prestações a pagar até o próximo natal!
Coincidindo com este tempo, acrescento algo mais que, ainda que traga um viés político-econômico, não deixa de ser uma ameaça ou, se se quiser, um desafio à fé cristã: abro minha caixa postal e ali está um e-mail aparentemente idêntico a tantos outros. Idêntico? Leio que o ano de 2016 foi o ano da “pós-verdade”! E, então? Se a expressão já era vivida na prática, até por muitos que se dizem cristãos, agora encontrou sua “consagração” definitiva na bíblia dos intelectuais, no Dicionário de Oxford (Oxford Dictionaries) que a define “como um adjetivo relativo a ou que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal[1].

É, então, inevitável que esteja há anos, insistente, na minha cabeça e, quem sabe na de muitos dos meus leitores, uma intrigante pergunta: afinal, o que significa Natal para essa multidão, incluídos aí tantos cristãos e cristãs? Que sentido carregam em si mesmas essas alegrias tão superficiais e passageiras? Será isso mesmo o natal? Ou, como dizem – o “espírito de natal”? Onde buscar a raiz da fé cristã que explica o autêntico Natal de Jesus, o Salvador? Vamos a uma breve reflexão sobre essas perguntas.

2. Sentido de um Natal iluminado pela fé cristã: o Natal da Verdade e da Misericórdia. Desejando ardentemente redescobrir o verdadeiro sentido do Natal e, por isso, inquietos, talvez, diante de da realidade que, como vimos acima, anda tão longe do autêntico espírito cristão, torna-se urgente que voltemos ao essencial da nossa fé. E o essencial da nossa fé sempre foi, é e será a pessoa de Jesus (cf. Hb 13,8). Fortalecidos pelo dom do Pai, a sua graça, reflitamos sobre três momentos de tão significativa celebração da vida cristã:

a) A preparação: o Advento. Uma consciente preparação para o Natal de Jesus supõe, antes de tudo, interesse. Como, aliás, para tudo o que nos move. E o interesse aqui pode nascer de uma pergunta: esperamos O QUÊ ou QUEM? Por tudo o que observamos ao nosso redor, parece que se espera muito mais “O QUE”: presentes, festas mais ou menos paganizadas, “feriadões”, etc. Mas, ao contrário, o seguidor de Jesus, espera “ALGUÉM”; espera uma pessoa divino-humana; espera a realização de um mistério – mistério esse já presente, mas que se faz novo a cada ano com o nascimento de Jesus. Espera, portanto, na pessoa de Jesus, a chegada de um novo Reino que, misteriosamente, já está presente: “... O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’, ou, ‘Está ali’, pois o Reino de Deus está no meio de vós” (Lc 17, 20b-21). A Igreja ajuda-nos nessa preparação pelo tempo do Advento que, neste ano, teve início no último domingo de novembro quando começa, também, o novo Ano Litúrgico, o “ano A”, dedicado ao Evangelista Mateus. Não há dúvida de que uma viva e alegre celebração do Natal nos pede, antes de tudo, uma consciente preparação pelo menos durante essas quatro semanas que dura o tempo do Advento. É natural e até necessário que nos preparemos com muita alegria e expectativa para as festas natalinas, como, aliás, já é parte de nossa tradição cristã: presentes, uma reunião de família com ceia melhorada, sem excessos, sem esquecer da solidariedade e da partilha. E, neste precioso tempo de preparação, não nos esqueçamos de que “não havia lugar para Jesus na hospedaria”. E na hospedaria do seu coração, há lugar? Prepare-se, então, para recebê-Lo o mais dignamente possível, pois dessa preparação dependerá uma mais proveitosa e santa celebração! Vá preparando, dia a dia, o seu presépio: primeiro o pastor – você mesmo; depois a manjedoura do seu coração; então a presença de Maria e José... Assim, daqui a pouco Ele nascerá com os anjos cantando: “Glória Deus no mais alto dos céus e, na terra, paz aos que são do seu agrado” (Lc 2,14). Para uma ajuda neste tempo é que se faz, em todas as comunidades eclesiais do nosso país, a NOVENA DO NATAL. PARTICIPE COM SUA FAMÍLIA!

b) A celebração: o Natal. Chega, enfim, o dia, ou melhor, a noite em que Maria deposita seu Filho primogênito na “manjedoura” do seu coração... É o momento tão esperado do mergulho no mistério de um Deus que se faz homem para que – como diz Santo Agostinho, “o homem se torne Deus” numa indizível fusão divindade-humanidade. Se no tempo de preparação houve necessidade de interesse, agora é fundamental uma participação viva e comprometida com toda a comunidade eclesial. Se aquela consciente preparação de fato aconteceu, é mais do que lógica essa participação. Não só para presenciar a “inauguração” de um belo presépio (diga-se, de passagem, nem sempre de bom gosto!), ou para ser fiel a uma tradição (“na minha família sempre foi assim...”); ou para cumprir uma obrigação religiosa, esquecendo-se de que não se deve confundir fé com religião, nem dom de Deus com mandamentos. Participar, outra vez, do Natal de Jesus neste ano de 2016 é abrir-se a uma renovação de vida, renascendo com Ele para uma Vida nova, para um tempo novo de graça e misericórdia como, aliás, escreveu o nosso papa Francisco no documento de convocação para o Ano Jubilar da Misericórdia: “Ao fechar a Porta Santa irão nos animar, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça. Confiaremos a vida da Igreja, a humanidade inteira e o universo imenso à Realeza de Cristo, para que derrame a sua misericórdia, como o orvalho da manhã, para a construção de uma história fecunda com o compromisso de todos no futuro próximo. Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, fiéis e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós!

3. A presença de Maria
Mãe de Deus e nossa, durante todo o ano, Maria também olha atentamente todos os detalhes com que seus filhos celebram o Natal... Certamente olha com tristeza o frenesi de consumismo que leva alguns desses filhos a gastarem no supérfluo o que outros filhos seus não têm para o essencial. Diante das casas enfeitadas e iluminadas para a grande noite, ela percebe a perene rejeição dos que não dispõem de um lugar para Deus nascer, ocupados que estão em preparar a ceia farta, a árvore colorida, os pacotes incontáveis de presentes. Seguindo com desconforto à gruta distante, na periferia, ela se entristece não pela repetição de um fato histórico que já não a surpreende, mas pela perpetuação da exclusão que produz milhões de pequenos seres humanos aos quais se nega pão, roupa, carinho, lugar onde nascer e viver... Cabe a cada um de nós, neste Natal, criar no rosto daquela que veneramos e amamos um sorriso que há séculos lhe é devido. É simples! Vamos convidá-la para que entre e seja presença especial no Natal que vai acontecer em nossa casa, em nossa vida, em nosso coração. Vamos mostrar a ela como temos partilhado o que somos e o que temos. Vamos permitir-lhe reeditar o Magnificat ao verificar que, através de nós o Senhor ‘sacia de bens os famintos’. Haveria melhor forma de receber votos de Feliz Natal?

Meus votos de Feliz, Abençoado e Santo Natal!

Pe. José Gilberto BERALDO
Equipe Sacerdotal do
Grupo Executivo Nacional do MCC do Brasil



[1]     Casper Grathwohl, da Oxford Dictionaries, disse que “pós-verdade” poderia se tornar “uma das palavras que definem nosso tempo”.
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PASTORAL DO BATISMO: Advento tempo de ampliar os horizontes e estar prontos para mudar



Iniciou no ultimo domingo, 27 de novembro, o tempo do Advento, período de reflexão e espera pelo nascimento do Salvador. “Neste tempo de Advento, somos chamados a ampliar o horizonte de nosso coração, a deixarmo-nos surpreender pela vida que apresenta a cada dia suas novidades. Para isso, é preciso aprender a não depender de nossas seguranças, de nossos esquemas demarcados, porque o Senhor vem na hora que não imaginamos. Vem para nos conduzir a uma dimensão mais bonita e maior”, Papa Francisco.





















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Setor Juventude da Igreja Católica de Una/BA promove Campanha solidária em prol dos Idosos do Abrigo Frei Silvério



O Setor Juventude da Igreja Católica de Una/BA, composto por jovens do Cursilho e Renovação Carismática, promovem Campanha solidária em prol dos Idosos do Abrigo Frei Silvério. Será oferecido aos idosos um almoço natalino no dia 24.12, momento onde serão entregues os presentes que os idosos gostariam de ganhar.
Portanto, quem quiser ajudar basta entrar em contato com: Gabriel Filipe (73) 99954-5489 ou com Franci (73) 99956-3391.










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Carta MCC Brasil – NOV 2016 – 207ª


Carta MCC Brasil – NOV 2016 – 207ª

Muito queridos irmãos e irmãs, companheiros de peregrinação no anúncio missionário do Reino de Deus já agora, rumo ao abraço misericordioso do Pai na eternidade...

Introduzindo...

A história é como um rio que corre para o mar, já comparou alguém. À margem da correnteza sempre mais volumosa e desafiadora do tempo que voa, você está em dúvida: permaneço aqui, comodamente sentado, de braços cruzados, admirando as ondas do rio que corre ou, como seguidor de Jesus que sou, lanço-me à correnteza para colaborar na construção de uma história segundo o projeto e a vontade do Pai? Motivado, pois, por essa feliz comparação, nesta carta de penúltimo mês do ano, pretendo oferecer-lhes dois pontos que me parecem importantes para sua reflexão.

1º Sobre a ressurreição dos que creem em Jesus. Porque voltar à reflexão sobre o que já deveríamos vivenciar, sobretudo depois da leitura tão frequente do episódio da ressurreição de Lázaro, o amigo de Jesus? É que, na correnteza do transcorrer da vida, a liturgia logo no início deste mês, celebrando o Dia dos Finados – quem sabe tantos entes queridos nossos entre eles – lembra o inexorável destino final de todo ser humano: a morte física. Entretanto, não deveríamos perder de vista que essa comemoração, tão marcada pelos justos sentimentos de saudade e de tristeza, vem renovar em nós a esperança de quem crê em Jesus: “ainda que tenha morrido viverá”. Pois nada mais consolador e motivador na história de todo cristão do que a própria ressurreição: “Eu o ressuscitarei no último dia”! Viver com a força dessa suprema esperança não é propriamente um sonho e, sim, reavivar a cada momento o dom da fortaleza que nos é dado pelo Espírito Santo: “Eu o ressuscitarei no último dia”, afirma Jesus!

É com essa certeza que, nesse dia, rezamos pelos nossos irmãos e irmãs, parentes e amigos, pelas vítimas da incrível violência que grassa em todo o mundo nestes tempos, suplicando ao nosso Deus da vida que a todos acolha na eternidade do seu amor, no seu misericordioso abraço de Pai! Visitas às suas sepulturas, sim; flores perfumadas, sim; muitas velas acesas, sim; abraços de solidariedade, sim... mas, sobretudo, fervorosa oração de intercessão por todos os nossos falecidos, conhecidos ou desconhecidos. Com certeza, logo mais, quando o Senhor da vida assim o determinar, outros intercederão por nós, também!

Em tal contexto, “lançar-se à correnteza da história” nada mais é do que arriscar-se enfrentando os desafios cada vez mais intrigantes de uma era histórica única, pois não se trata de mudanças em determinada época e, sim, da mudança de toda uma época. Lembremos que, sobretudo nessas situações, o cristão viverá de esperança. Primeiramente a esperança de que, lendo os “sinais dos tempos”, cabe a ele a missão – como a de João Batista – de “preparar os caminhos do Senhor”.  Concretamente, através de suas palavras e do seu testemunho de vida, anunciar ao mundo que o “Reino de Deus já está próximo” (Mt 10,7; 12,28). “Reino eterno e universal: reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz”[1].



Sugestão para reflexão pessoal e/ou em grupo. Com que espírito você e/ou o seu grupo têm celebrado o “dia dos defuntos”? Tudo tem-se resumido a visitar os túmulos dos falecidos? Ou, para essa oportunidade, mandar limpar o local? Ou depositar ali uma coroa de flores? Ou acender um maço de velas? Ou – o que seria extremamente negativo – tendo vivido durante a vida do falecido em constante atrito com ele, agora derramar algumas “lágrimas de crocodilo”?


2º Sobre o encerramento do Ano Jubilar da Misericórdia. No domingo, dia 20 deste mês de novembro, Solenidade de Cristo Rei do Universo, encerrar-se-á o Ano Santo da Misericórdia. Estou certo de que meus leitores terão tirado o máximo proveito dos benefícios espirituais garantidos pelo nosso papa Francisco, sobretudo para aqueles que tiverem praticado as obras de misericórdia corporal e espiritual. Obras de misericórdia, aliás, por ele mesmo lembradas no parágrafo 15 da Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

No findar desse Jubileu, talvez fosse importante um breve exame de consciência sobre como o temos vivido e que proveito dele tiramos. Mais: ainda que termine o Ano da Misericórdia não podemos esquecer que eterna é a misericórdia do coração do Pai. No parágrafo 7 da mesma Bula, lembrando o Salmo136, Francisco o encerra assim: “O fato de saber que o próprio Jesus rezou com este Salmo, torna-o, para nós, cristãos, ainda mais importante e compromete-nos a assumir o refrão na nossa oração de louvor diária: ‘eterna é a sua misericórdia’.”

Durante todo este ano, em múltiplas oportunidades, o Papa lembrou-nos da misericórdia do Pai. Transcrevo um pequeno trecho do seu pronunciamento no dia 23.10.2016, Dia mundial das Missões, mostrando à Igreja “em que consiste a misericórdia de Deus: A misericórdia gera íntima alegria no coração do Pai, sempre que encontra cada criatura humana, desde o princípio. Ele dirige-Se amorosamente mesmo às mais vulneráveis, porque sua grandeza e poder manifestam-se precisamente na capacidade de empatia com os menores, os descartados, os oprimidos (cf. Dt 4, 31; Sal 86, 15; 103, 8; 111, 4). É o Deus benigno, solícito, fiel. Aproxima-Se de quem passa necessidade para estar perto de todos, sobretudo dos pobres. Envolve-Se com ternura na realidade humana, tal como fariam um pai e uma mãe na vida dos seus filhos (cf. Jr 31, 20). É ao ventre materno que alude o termo utilizado na Bíblia hebraica para dizer misericórdia: trata-se, pois, do amor duma mãe pelos filhos; filhos que ela amará sempre, em todas as circunstâncias, suceda o que suceder, porque são fruto do seu ventre. Este é um aspeto essencial também do amor que suceda o que suceder, Deus nutre por todos os seus filhos, especialmente pelos membros do povo que gerou e deseja criar e educar: perante suas fragilidades e infidelidades, o seu íntimo comove-se e estremece de compaixão (cf. Os 11, 8). Mas Ele é misericordioso para com todos, o seu amor é para todos os povos e a sua ternura estende-se sobre todas as criaturas (cf. Sal 144, 8-9)”.

Ao término deste Ano privilegiado, e como um propósito a ser formulado com a firme vontade de levá-lo à prática, lembrando o famoso refrão, lema deste Ano, tão entusiasticamente cantado durante todo este ano – “Misericordiosos como o Pai” – não podemos deixar de reproduzir mais uma palavra do Papa ao encerrar o parágrafo 14 da MV: “Misericordiosos como o Pai é, pois, o “lema” do Ano Santo. Na misericórdia, temos a prova de como Deus ama. Ele dá tudo de Si mesmo, para sempre, gratuitamente e sem pedir nada em troca. Vem em nosso auxílio, quando O invocamos. É significativo que a oração diária da Igreja comece com estas palavras: “Deus, ‘vinde em nosso auxílio! Senhor, socorrei-nos e salvai-nos” (Sal 70/69, 2). O auxílio que invocamos é já o primeiro passo da misericórdia de Deus para conosco. Ele vem para nos salvar da condição de fraqueza em que vivemos. E a ajuda d’Ele consiste em fazer-nos sentir a sua presença e proximidade. Dia após dia, tocados pela sua compaixão, podemos também nós tornar-nos compassivos para com todos”.



Que Maria, Mãe da misericórdia, continue sendo também, para cada um e cada uma de nós, durante toda a nossa peregrinação terrena, aquela que nos acolhe, nos assiste e nos dá coragem e entusiasmo para sermos “Misericordiosos como o Pai”!



Meu abraço fraterno e amigo no amor do Senhor Jesus Cristo,
Pe. José Gilberto BERALDO
Equipe Sacerdotal do
Grupo Executivo Nacional do MCC do Brasil

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Movimento de Cursilho (Sed de Una/BA) e Pastoral do Dízimo realizam Retiro Espiritual



Com o tema O Cursilho e a Pastoral do Dízimo em estado permanente de Missão e com o lema “Vos sois o sal da terra e a luz do mundo” (Mt. 5, 13) foi realizado no Abrigo Frei Silvério, no dia 30.10 o Retiro Espiritual, que teve como dirigente o Diácono Joildo Reis da Diocese de Ilhéus/BA.

Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por te caído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comunidade de se agarrar às próprias seguranças (EG, 49).















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PASTORAL DA CRIANÇA: As crianças da Pastoral da Criança são lembradas no mês das crianças

A Pastoral da Criança realizou festa em comemoração ao dia das crianças para todas as crianças cadastradas das comunidades: Bairro Marcel Ganem, Sucupira, Queimada Grande e Bairro da Urbis. Na oportunidade houve o 1° acompanhamento nutricional das crianças da comunidade de Queimada Grande.
A festa foi realizada no último sábado (29.10), com inicio às 08:00 hrs e encerramento às 12:30 horas, e participaram da atividade o Pe. Gilvan de Oliveira Souza, tendo o mesmo concedido benção especial aos trabalhos, o Vice-Prefeito Nildo Som, o vereador Antônio da Piruna e o vereador eleito Gilvan do açougue.
A Coordenadora Antônia Santos Reis, registra agradecimentos a todos os colaboradores pela doação, rogando bênçãos, graças e proteção a Deus, agradece também a todos os líderes da Pastoral que se fizeram presentes: ex-coordenadora Jana, Osvanildo e Tania, Gilcélia, Domingas, Nina, Raimunda e Natiê, Cristina, Isabel do Sucupira, Elza, Lene,  Tiúba, Marlúcia, Dajudinha e Nane, Santa, Isabel bairro Novo, Jaiane e Jhony, e aos demais que por motivos superiores não puderam comparecer. Agradece também, aos colaboradores funcionários da Ceplac pelo espaço da cabana entre outros que Deus vos abençoe!





















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